Cidade Tecnológica
No universo dos grandes negócios, qualquer empreendimento pode fracassar, por melhor que sejam o produto, o mercado consumidor que se pretende alcançar, o planejamento e os recursos disponíveis. Há sempre um fator de risco inerente a qualquer negócio. E como minimizar esses riscos?
No universo dos grandes negócios, qualquer empreendimento pode fracassar, por melhor que sejam o produto, o mercado consumidor que se pretende alcançar, o planejamento e os recursos disponíveis. Há sempre um fator de risco inerente a qualquer negócio. E como minimizar esses riscos?
Diz um velho ditado, que “o olho do dono é que engorda o boi”. Isso pode até ser verdadeiro quando se trata de um sítio ou de uma fazenda. Mas em negócios de milhões e milhões de reais, o segredo é a excelência da administração.
Essas considerações veem a propósito da tão decantada Cidade Tecnológica que, em síntese, é um reduto de alta tecnologia com a direta administração de todos os insumos e infraestrutura necessários.
Nos últimos dias, soube-se que caberá ao engenheiro Wilson Brumer administrar a Cidade Tecnológica, o que significa dar ao empreendimento a grandiosidade que a cidade espera dele.
Um profissional com o currículo que registra cargos como secretário de estado e a presidência de empresas do porte da Usiminas, jamais “embarcaria” numa aventura. Ele sabe o potencial do negócio e cuidará para que os mecanismos adequados a um cronograma de obras e de atração de empresas de notória especialização, sejam devidamente acionados.
Como bônus adicional, a prefeitura da cidade poderá usar o largo conhecimento de Brumer para deflagrar outros processos de desenvolvimento que jamais chegam à Divinópolis, pela própria indigência de seus administradores.
Abrir portas não é atividade para amadores.






