A fonte denunciante afirmou que foram captados recursos de patrocínio com diversas empresas privadas, e que os valores arrecadados não teriam sidos repassados para os cofres do município e sim teriam ficado com os próprios captadores. No caso, Samira Cunha e João Batista que manuseavam dinheiro dentro do teatro que é administrado pela Prefeitura.
A segunda denúncia é que os produtores da peça, Duart Produções teriam repassado para os gestores do Teatro Gravatá, um percentual em cima de todos os ingressos vendidos.
O Divinews entrou em contato com um dos patrocinadores e perguntou se ele tinha em seu poder algum documento referente ao valor que a sua empresa pagou patrocinando a peça. O responsável pela empresa no momento da ligação afirmou que não se lembrava por que sua captação foi em cima da hora. Ficou de verificar na empresa e retornar a ligação. Não retornou.
O Divinews também entrou em contato com o responsável pela empresa produtora, Luis Fernando. Inicialmente ele afirmou não saber se houve oferecimento de percentual de bilheteria, pois as pessoas que produziram o evento em Divinópolis estavam em Belo Horizonte, e no momento do contato do Divinews, ele estava em São Paulo.
Posteriormente em um novo contato do Divinews, ele afirmou que os produtores da peça lhe informaram que não houve qualquer oferecimento de participação no valor do ingresso comercializado nas bilheterias.
Segundo a fonte denunciante, as empresas que participaram como patrocinadoras da peça foram a Mastercabo, Agogê, Topodel, Implantar Soluções, Arvoredo Festas, Adoletá Festa Infantil, Sistema Fiemg, Teixeira Turismo, Rota do Sol, Acquarine, Laralú (Shopping), Renata Menezes Fotografia, além do apoio de alguns veículos de comunicação, mídia impressa e televisão.
A fonte denunciante insiste em dizer que houve sim as duas situações irregulares. E para completar denunciou uma terceira situação, que foi a formatura de alunos da escola de música. Existe uma portaria do município que proíbe a existência de formaturas no teatro. A fonte diz que isto aconteceu por que o secretário, abriu exceção, por ser ele um músico.
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