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“A estratégia do governo do Estado é não negociar. Já avisou que não vai ter modificação na carreira ou vai discutir reajuste antes de outubro. O momento é agora ou só teremos chance de conquistas em 2015. Por isto propomos a greve por tempo indeterminado a partir de 21 de maio, com nova assembléia no dia 28 de maio. Ou o governo paga o que nos deve ou vamos parar tudo”, falou a presidenta da CUT/MG e coordenadora-geral do Sind-UTE/MG.
Após a assembléia, Beatriz Cerqueira, os deputados Padre João e Rogério Correia e profissionais da educação se dirigiram ao Ministério Público Federal onde foi protocolada uma ação de improbidade administra contra os ex-governadores Aécio Neves e Antonio Anastasia responsáveis pela implantação no Estado da Lei 100/2007. “Pedimos ao Ministério Público Federal apuração de crime de responsabilidade por causa da efetivação sem concurso dos educadores, que, por causa da inconstitucionalidade da lei, vão ser exonerados”, afirmou Beatriz Cerqueira.
Parte dos educadores e das educadoras saiu em passeata até a Praça Raul Soares para o Ato Unificado 15 M – Direito à Cidade, articulado pelo movimento Tarifa Zero e pela Articulação dos Comitês Populares da Copa (Ancopa).






