Servidores municipais de Divinópolis cruzam os braços por falta de diálogo e correção de 5,56%

Publicado por: suporte


A paralisação começou na manhã desta quinta (27) com os servidores chegando na porta da Prefeitura a partir das 07h30min e atingindo o seu ápice por volta das 9horas, com aproximadamente 500 servidores presentes no local.

O número mais expressivo de servidores presentes na manifestação em frente ao Paço Municipal foi da Secretaria de Educação, seguido por servidores da saúde e pulverizado entre outros setores, exceto os servidores da administração, lotados no prédio da Pernambuco. Segundo o comentário de um manifestantes “Eles devem ser marajás, devem estar ganhando muito bem para não descer e vir lutar pelos seus direitos”.

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No momento da manifestação circulou a informação que vários secretários estavam pressionando os servidores de suas secretarias para que não participasse da manifestação. O editor do Divinews comprovou um desses episódios quando o secretário de Desenvolvimento Social, Paulo dos Prazeres telefonava para uma servidora que estava ao seu lado. E apareceu no visor o nome do secretário.

Após vários pronunciamentos, não apenas da diretoria dos dois sindicatos, mas dos servidores presentes que quiseram se manifestar. Foi constituída uma Comissão para subir ao quarto andar, local do gabinete do prefeito, e tentar buscar um diálogo com o chefe do executivo.

A Comissão foi constituída pelos servidores(as), Inez, Sonia Cantos, Vilela, Alair, Adriana Eva, Lili, João Madeira, Cida Oliveira e Ivanete, não foi recebida pelo prefeito. Os secretários alegaram que ele não estava na Prefeitura naquele momento.

Os servidores manifestantes não arredaram pé e permaneceram na porta da Prefeitura até o horário do inicio da sessão ordinária da Câmara. Quando se dirigiram para a Casa Legislativa, local onde houve uma tentativa de barrar o grupo.

Após as devidas manifestações no plenário, vaiando uns vereadores a aplaudindo outros. Com destaque para os apupos positivos para o vereador Adair Otaviano.

Ás 16h45min, o grupo de manifestantes com cerca de 450 pessoas, esvaziou o plenário no exato momento em que o vereador petista Edimilson Andrade (PT) fazia a sua burocrática fala, tecendo loas às suas votações positivas e seus projetos e convocações de Audiências Públicas.

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Os manifestantes seguiram em passeata para a sede do sindicato dos metalúrgicos localizado na Rua Pernambuco, para deliberarem em Assembléia sobre os rumos do movimento. Contudo, ao chegarem à sede do sindicato se deram conta que o número de servidores, naquele momento com aproximadamente 600 pessoas não caberia no local, resolveram descer a Rua Pernambuco passando em frente a Prefeitura e realizarem a Assembléia Geral na Rua Getúlio Vargas, em frente a sede do  SINTRAM.

Ao passarem em frente a Prefeitura gritaram novas palavras de ordem, pedindo que o prefeito os recebessem e negociasse a situação da categoria.

Na Assembléia, animados com o resultado, “altamente positivo” na avaliação dos próprios servidores e a diretoria dos dois sindicatos. Deliberaram uma nova paralisação na próxima terça-feira, dia 1º de abril, frisando que a paralisação deverá ser ainda mais forte e verdadeira e não mentirosa como é adjetivado o dia 1º de abril.

Breve, outras noticias sobre a paralisação

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