O vereador começou lembrando o caso da avó que denunciou o abuso sexual de sua neta de apenas quatro anos ocorrido no CEMEI Porto Velho e que o Divinews divulgou em primeira mão. Que passados 10 (DEZ) MESES o inquérito na Delegacia de Mulheres investigado pela delegada Gorete Rios ainda não foi concluído e a culpada punida. Nenhuma noticia se teve mais a respeito do caso. Esta em “standby”, ou melhor em compasso de espera. Não se sabe de que.
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Sobre a denúncia de agressão ocorrida no Lar Homem de Nazaré supostamente praticada pela coordenadora do abrigo, também noticiado pelo Divinews no último dia 12 deste mês (março), o vereador em seu pronunciamento achou um absurdo que o juiz da Infância e Juventude Francisco de Assis Correia tenha proibido as visitas à entidade, até mesmo a sua em seu trabalho parlamentar como representante do povo. Marcos afirmou que esta foi a informação que ele obteve dos funcionários da Secretária de Desenvolvimento Social que a ordem teria partido do Juiz da Infância e Juventude.
Marcos cobra que os poderes constituídos sejam mais transparentes na apuração de violências praticadas contras as crianças e diz: “Não se pode permitir os desmandos que estão ocorrendo em Divinópolis por falta de políticas públicas e investimento e a falta do cumprimento do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
O ápice do pronunciamento/denúncia do vereador nesta terça-feira (18) foi a gravíssima revelação da existência na cidade de uma rede de tráfico internacional de crianças. Marcos Vinicius contou conhecer um casal de quem ele foi advogado e que este casal já estava cadastrado no programa de adoção e passado pela fase de convivência com duas crianças que são inclusive gêmeas, e de forma muito estranha uma delas foi adotado por pessoas de outro país e a outra foi pessoas de um outro pais. Em síntese, as duas crianças teriam sido enviadas para dois países diferentes enquanto em Divinópolis existia um casal apto à adoção.
A denúncia do vereador chegou até o promotor da Infância e Juventude da época, Thalles Siqueira e ele, teria dado um parecer muito enfático, segundo o edil: “Eu apenas lamento e rezo”. Marcos explicou que o caso teria sido anterior à chegada de Thalles no município. “Mas nós temos que apurar, não podemos deixar a situação como está” finalizou o vereador.
Sandra Amaral presidente do Grupo de Adoção de Volta Pra Casa afirmou para o Divinews que não pode se manifestar sobre casos que ainda estejam com investigação em andamento, somente após a conclusão final dos inquéritos.
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