O edil peemedebista contou que um membro do Conselho Fiscal do DIVIPREV, Juliano Vilela informou que a instituição de previdência privada dos servidores públicos municipais que no passado teve em caixa R$ 600 milhões, atualmente tem apenas, um pouco mais de R$ 200 milhões, com um grande déficit de caixa, do que existia no passado e o que existe atualmente. E mais, que a redução drástica do valor da contribuição patronal, que era 20% e passou para 12,73, gera uma queda na arrecadação de aproximadamente R$ 250 mil reais por mês.
Adair lamentou como as coisas estão sendo conduzidas pelo Executivo e os vereadores da base do prefeito: “Eu vim para a reunião com a pauta vazia não existia qualquer projeto para ser votado e de repente aparecem dois projetos para serem votados em regime de urgência, colheram as assinaturas e colocaram os projetos para ser votados. Isto é um pecado que estão fazendo contra os servidores. Nós já vimos grandes manobras sendo feitas e hoje tentaram fazer mais uma”.
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O mais grave, segundo o vereador, é que a aprovação do projeto vai impactar na vida de todos os servidores e não apenas com os auxiliares de serviços, mas de todos os concursados, já que a arrecadação da previdência privada será afetada.
“E mais, toda vez que você extingue qualquer cargo na Prefeitura o plano de previdência privada dos servidores é prejudicado e isto no futuro vai trazer grandes prejuízos e poderá até quebrar o DIVIPREV, como o PSDB já quebrou no passado”, testemunhou Adair.
O vereador reforçou que se sente envergonhado, pois não havia nenhum projeto na pauta e ao chegar se deparou com uma manobra para aprovar um projeto que é de interesse apenas do executivo, por que ao terceirizar o serviço, o salário a ser pago para a empresa que for contratada cai de 1,5 (um salário e meio) para apenas 1 (um) salário mínimo.
A votação e aprovação deste projeto, pode virar um cabide de empregos para os políticos, principalmente em ano eleitoral. E ainda criar uma boa cota para os vereadores da base arrumarem umas boquinhas para os seus apadrinhados. Daí, talvez, a corajosa atitude de todos em aprovar o projeto que vai aumentar o passivo que eles têm com os seus eleitores e que vai ser cobrado nas urnas.





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