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Nada é de se espantar neste governo, tudo pode, tudo é permitido, as rasteiras se sucedem. Quando, é opinião corrente, não apenas com a oposição, mas os cidadãos de um modo geral, você pensa que a irregularidades e os sacos de maldades terminaram, eis que aparece outro ainda bem pior. Ao estilo “não há nada que não possa piorar ainda mais. Pois sendo assim, a Prefeitura capeta´neada por Antônio Faraco, mandou publicar no Diário Oficial, o acordo do parcelamento sem que nenhum Conselheiro tivesse oficialmente referendado o acordo, através da assinatura da ata. Por essa razão, alguns defendem que foi golpe baixo e precisam conversar novamente, principalmente os que não votaram favoravelmente aos 60 meses e sim os de 36 meses. E segundo informações, teve “gente” que era oposição e traiu e acabou votando com os interesses do governo, com uma desculpa técnica/contábil fez a opção por 60 meses, o que deixou membros do sindicato (SINTRAM) altamente irritados.
Alguns vereadores, não vamos citá-los nominalmente, pois não fazem mais que obrigação de estarem presentes no plenário cumprindo seu papel de fiscalizador e representante do povo. Vamos citar os que não estiveram presentes, como Adilson Quadros, Anderson Saleme, Edimar Máximo, Eduardo Print Junior, Delano Santiago e Hilton de Aguiar.
Votação
Inicialmente é preciso conhecer quem são os conselheiros. Os fiscais são: Juliano Antonio; Cristiano Gomes; Renee Nogueira; Vanessa Cristina; José Alcolano; Douglas Cleiton, Gustavo Xavier. E os administrativos são: Cássio Henrique; Juliano Vilela; Valéria Sales; Valéria Morato; Rômulo Rezende; Sonia Diniz; Helena Mourão
Votou contra qualquer tipo de parcelamento: José Alcolano (Zezinho) – 1 voto
Votaram a favor de 36 parcelas: Cristiano Gomes, Rennee Nogueira, Douglas Cleiton, Cássio Henrique; Juliano Vilela; Rômulo Rezende – 6 votos
Foram 7 votos a favor de 60 parcelas. O fato é que, o grupo esperava que Helena Mourão fosse votar favorável pela 36 parcelas, contudo ela votou a favor de 60 parcelas e com o voto contra qualquer tipo de parcelamento de José Alcolano (Zezinho), venceu a proposta que o governo queria que foi de 60 meses.
Poucos vereadores dos presentes, é claro, se manifestaram, mas Rodyson com sua eloqüência verbal saiu em defesa do governo, também não poderia ser diferente ele defender o chefe do executivo do seu partido.Dizendo que “Nós sabemos que a prefeitura precisa do cargo dos comissionados representa apenas 2% de todo quadro, a eliminação dos comissionados não faz nem cosquinha no orçamento, o problema são os precatórios” afirmou. E como sempre no seu tom belicista e provocador continuou; “vai ter vereador fazendo palanque, mas vai chegar o momento que o executivo não vai ter receita para pagar a despesa fixa de sua parte” e mais uma vez, na sua eterna imaturidade de não medir as palavras que fala em plenário, fala sem ligação de frases disse “Algum órgão de imprensa que queira desvirtuar ou qualquer coisa assim”????? – “O dinamismo da política mudou…. – Vai chegar a um momento que vai ter tanto aposentado que a Prefeitura não vai ter como pagar” finalizou seu “pronunciamento” meio sem nexo e sem sentido.
O vereador Adair Otaviano Disse que o bom seria se o prefeito estivesse fazendo o seu papel e pagando ano a ano. Já Marquinhos Clementino disse que ficar acusando não resolveria nada, que a função do vereador é fiscalizar se os depósitos estão sendo feitos. Periquito quis saber detalhes sobre os jetons que aparecem no balanço com o valor de 33 mil reais.
Na apresentação do setor jurídico forma mostrados que existem 95 processos tramitando em 1ª instância, 21 em 2ª instância e 29 processos já foram baixandos (encerrados).
Na parte contábil, sobre receita orçamentária, de contribuições são R$ 3.199 milhões; Receita Patrimonial, R$ 4,914 milhões.
Ao término da reunião um grupo de Conselheiros se reuniu “informalmente” e ficaram indignados pelo fato do Executivo ter publicado o acordo no Diário Oficial sem que eles tivessem sequer assinado a ata validando oficialmente a negociação.
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