Os vereadores que votaram contra a farra de empréstimos do Executivo foram os mesmos que deram o contra no plenarinho em aprovar o empréstimo suplementar de R$ 22 milhões.
Mesmo tendo sido reeleito, com pouco mais de 32% dos votos válidos, nunca se viu na história do município tamanha rejeição a um governante como ocorre com o prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo. A estrutura que ainda o mantêm no cargo, não se sabe por quanto tempo irão agüentar a pressão, são as conveniências próprias do mundo político, do “toma lá dá cá” envolvendo uma série de entidade e instituições, que a população parou de confiar. Nunca se viu também um governo jogar no chão a credibilidade de tantas pessoas, instituições e entidades que até então eram tidas com sérias, impolutas.
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