Com o já aumento previsto para janeiro de 2014, segundo uma leia aprovada no final de 2012 o salário dos ministros passaria para R$ 29.462,00. Contudo, Joaquim Barbosa quer que ele seja ampliado em mais 4,06% ou mais R$ 1.200 reais, chegando ao salário final de R$ 30.658,42. A justificativa do presidente é que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 2012 foi de 5,8% acima do estimado quando a lei foi aprovada concedendo 4,7%. Agora eles querem a diferença.
Ao conceder o aumento para os ministros do STF automaticamente, todos os ministros do Superior Tribunal de Justiça, os desembargadores e os juízes federais também passariam a receber gerando um impacto direto na folha de R$ 150 milhões/ano.
Com isso, as modificações de valores ditam o efeito cascata que passa a valer não apenas para o restante da magistratura, como para outras carreiras públicas, presidente e vice, governadores e parlamentares.
Com isso, o MPF já encaminhou para a Câmara Federal um projeto de lei similar que pede a elevação dos salários do procurador geral da República para o mesmo patamar. Isto também vai impactar outros salários dentro do MPF.
Já o Congresso, deputados e senadores, que até então estavam quietinhos se assanhará e poderá pedir também aumento, pedindo a equiparação de salário dos 513 deputados e 91 senadores. O aumento dos congressistas causará um extra de mais de R$ 18,5 milhões na folha.
Lembrando que com a previsão do salário mínimo para janeiro de 2014 é de R$ 722,90, os ministros, procuradores federais e parlamentares passa a ganhar 42,41 salários mínimos. Em nenhum pais do mundo existe tal diferença.






