Há algum tempo atrás a cliente de Robervan Faria, Juliana Maia, apresentou para o município uma proposta de criação da Escola Divinopolitana de Dança, que não foi aceita pelo secretário de cultura que alegou um alto custo na sua implantação. Contudo, é sabido no meio cultural que basicamente desde sua nomeação, Bernardo vive às turras com a Academia de Dança Juliana Maia, pelos mais variados motivos. O que ele pode, sutilmente, fazer para criar dificuldades ele o faz, e depois criar uma argumentação técnica para justificar a implicância.
Robervan em sua representação contra o secretário afirma que ele está transgredindo a Lei de licitação ao dizer que haverá gratuidade no projeto. E se houver realmente a gratuidade ele questiona a qualidade de profissionais que se propõe a trabalhar de graça.
O advogado diz que diante da seriedade do MP como fiscal da lei é bastante provável que a criação da escola municipal de dança ficará suspensa até que se resolva este imbróglio de estranhamente contratar uma profissional de Belo Horizonte se em Divinópolis possui profissionais qualificadas.
“Se existem profissionais de ponta por todo o Brasil, no Rio, São Paulo, entre outras cidades, por que não abrir uma seleção para contratar o coordenador do projeto? E os professores, como ficarão nessa história? Vão trabalhar de graça feito ESCRAVOS para o município? Portanto, se existe irregularidade e tráfico de influência por trás desse projeto ele precisa ser paralisado e investigado”, afirmou o advogado.
O Divinews entrou em contato com a presidente nacional do CBDD na cidade de Goiania, Goiás. Ela se manifestará ao Divinews, em breve sobre o caso.
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