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O prefeito afirmou que a primeira medida tomada no sentido fazer valer o contrato existente entre o HSJD e a Prefeitura para o atendimento aos munícipes foi ingressar na justiça com uma liminar para que os atendimentos de urgências e emergências não fossem suspensos.
Vladimir falou da liberação emergencial dos recursos necessários para que o hospital continue a operar, mas quer um “redesenho” de um novo acordo e pactuações com clinicas e fornecedores para resolver o problema estrutural de médio e longo prazo.
Foi “destravado??” um prohosp que estava com problema, com isto foram liberados R$ 900 mil reais ainda na manhã desta sexta-feira (09). Complementou o valor articulando dentro da conta de média e alta complexidade com o Ministério da Saúde R$ 800 mil reais. Frizou que ambas as liberações, tanto do estado quanto do governo federal, já estavam na conta do hospital para resolver os problemas de curtíssimo prazo e que será utilizado nas questões mais simples como a compra de medicamentos como a dipirona que estava faltando, a remédios mais complexo para a quimioterapia e radioterapia.
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O entendimento é que tais recursos dão para apenas um mês para que o hospital retome suas atividades. Não dentro de uma normalidade de receber pacientes normalmente. Continua em vigor a restrição que o HSJD continuará recebendo somente casos de urgências e emergências. Eles sabem que precisam fazer alguma coisa mais contundente. E neste sentido Vladimir falou que os deputados Domingos Sávio e Jaime Martins já foram acionados para resolverem o problema maior do HSJD que o de longo prazo.
O prefeito usou o jargão médico para explicitar a situação de risco do hospital São João de Deus dizendo que “conseguimos entubar o paciente (HSJD) dar tranqüilidade para que façamos todos os procedimentos cirúrgicos para que ele tenha vida longa, plena e saudável”
O prefeito finalizou afirmando sobre as repactuações com outros municípios e a retomada dos serviços que foram interrompidos como a ortopedia e neurologia.
Já o superintendente disse que o recurso liberado é um fôlego a mais para o hospital. “E aí a gente já tem um planejamento 2012 – 2017 e nós vamos revisar este planejamento baseado em todas as instancias, municipais, estadual e federal e que a gente consiga sair desta crise” afirmou Euler.
Respondendo uma pergunta formulada, se os outros municípios vão fazer o dever de casa, assim como Divinópolis fez auxiliando o hospital? Baumgratz respondeu que foi feita uma reunião com os representantes de vários os municípios e na ocasião foi explicitado a situação do hospital, mas as necessidades de tais municípios também foram ouvidas. Euler confirmou que os R$ 1,7 milhões dará um fôlego de mais 60 dias. “Mas vamos criar ações já a partir de hoje, para o médio e longo prazo”, finalizou o superintendente confirmando que a divida do hospital, supera os R$ 80 milhões.
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