Verdade que VEJA esconde: quanto ela tira do bolso do povo através de páginas e mais paginas de publicidade do governo

Publicado por: suporte



A Revista Veja, através de suas varias editorias e centenas de jornalistas especializados nos mais diversos assuntos, não faz nenhum estudo nenhuma pesquisa para não ser obrigada a revelar para a população o que o governo federal poderia fazer em beneficio do povo com a dinheirama que gasta com as toneladas de páginas de publicidade que são veiculadas semanalmente em suas edições. E que pelo menos uma parte não custasse uma página R$ 291 mil reais poderia ser direcionada para ações para criar uma pais socialmente mais justo, com uma melhor distribuição de renda. Isto ela não conta. Não faz nenhum levantamento investigativo neste sentido. O que o governo poderia fazer com R$ 291 mil reais.

Veja, assim como outros veículos de comunicação, Organizações Globo, com suas várias atividades no segmento, com revistas, emissoras de rádios e canais de televisão, o Grupo Folha, todos considerados como a grande mídia deste pais, não contam também que em tese, exceto em campanhas especificas, que sejam educativas ou de informações de uma determinada ação, de interesse do povo, os Ministérios, a grande maioria deles não precisariam fazer publicidade paga pelo governo. Poderiam ser consideradas de utilidade pública e uma matéria substituiria a publicidade desnecessária e onerosa para a população. Que é quem paga toda publicidade que os governos fazem.

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A Revista não conta que empresas do governo, como os Correios não precisariam fazer publicidade, já que não existe concorrente, é monopólio. Exceto quando for lançado um novo produto, um novo serviço. Mas também seria pauta de matéria. Isto ela não conta.
Tem vários tipos de anúncios que o governo federal, assim como os governos estaduais e os municipais não precisariam fazer. Entretanto, fazem para alimentar as gulosas empresas de comunicação que não conseguem sobreviver sem verba pública. E aí está o maior antro de corrupção do país: as trocas de favores. Os governos anunciam e em troca as mazelas e corrupções são escondidas em baixo do tapete.

O governo republicano petista de Dilma Rousseff é o único que paga para apanhar, e apanhar muito da mídia. Em Minas Gerais isto não acontece. Nenhum veículo de comunicação, os considerados “grande mídia” falam mal dos tucanos, é tudo censurado, está sob controle absoluto, está tudo dominado. O maior jornal dos mineiros, O Estado de Minas, não fala um “A” contra a administração do governador Antônio Anastasia(PSDB). E, com quase certeza, se o comando da Nação estivesse nas mãos do PSDB, e qualquer mídia que escrevesse uma linha contra, seria pouco provável que levaria sequer 1/3 de página do governo federal tucano.

Depois dos canteiros de obras e das ações nocivas dos empreiteiros, é a comunicação que mais sangra os cofres públicos com a extrema corrupção existente no setor. Os mensalões, do PSDB, PT e DEM estão ai para comprovar isto.

Se o governo federal pagou preço de tabela cheia, sem nenhum desconto. Somente nas três edições de julho (3/7, 10/7 e 17/7), em que Veja leva em consideração o dia de quarta-feira como data de capa, o governo  desembolsou R$ 3.492.000,00 (Três milhões quatrocentos e noventa e dois mil reais). Lembrando que neste mês ainda existem mais duas edições da Revista (24/7 e 31/7) e se o governo continuar anunciando no mesmo volume, este valor poderá ultrapassar os R$ 5 milhões de reais em um unico mês. 

No mês de junho com a mesma linha de raciocínio sobre o preço, se a tabela foi cheia ou negociada, Veja teria faturado com do governo R$ 3.492 (Três milhões, quatrocentos e noventa e dois mil reais).

Em uma projeção matemática simples, ao estilo “conta de português” pode-se chegar aos estratosféricos valores de cerca de R$ 30 milhões/ano, e mais de R$ 100 em todo o mandato de Dilma, isto só em Veja, sem levar em consideração as outras revistas da Editora Abril.


Na edição que está atualmente nas bancas a 2330, com a capa “CHOQUE DE ILUSÃO” tendo Dilma Rousseff vestida de médico, a Veja pode ter recebido do governo federal o valor de R$ 291 mil reais referente a 1 página da Caixa Econômica Federal mais outros R$ 291 mil reais do Ministério da Saúde de outra página sobre o “Programa Mais Médicos Para o Brasil”, que a própria revista crucifica o governo veementemente e é o tema da capa. Voltando a máxima: o governo paga caro para apanhar. Nesta edição para o governo com o foco especifico na presidenta ser ridicularizada foram gastos R$ 582 mil reais.

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Na edição anterior a 2329 de 10 de julho deste ano (2013) a Veja faturou uma página dupla do Banco do Brasil. Se não houve nenhuma negociação, segundo a tabela o valor foi de R$ 582 mil reais. Faturou ainda o patrocínio da Petrobras em uma matéria/artigo especial sobre “Planeta Sustentável”, se o valor tiver sido negociado como uma página dupla somente para aparecer a logomarca da estatal do petróleo foram mais R$ 582 mil reais. Neste mesmo projeto a Caixa Econômica Federal e a logomarca institucional do governo federal também aparecem, seguindo o mesmo raciocínio possa ser que tenha entrado mais R$ 582 mil reais nos cofres de Veja. Só nesta brincadeirinha a revista pode ter embolsado do povo brasileiro a bagatela de R$ 1.746.000,00 (Hum milhão setecentos e quarenta e seis mil reais).

Na edição 2328 de 3 de julho a revista tem duas páginas duplas, dentro do mesmo critério e do mesmo raciocínio. Se não tiver tido nenhum desconto. Os anúncios da Petrobrás e dos Correios, ambos de página dupla R$ 582 mil reais cada. Veja faturou R$ 1.164.000,00 (Hum milhão e cento e sessenta e quatro mil reais) para “bater” no governo. Como a ordem dos fatores não altera o produto. O governo pagou para “apanhar” R$ 1.164 milhão de reais. Com duas campanhas totalmente desnecessárias, uma institucional da Petrobras e outra dos Correios. Analisem bem o teor da comunicação.

A Veja na edição 2327 de 26 de junho não deve ter ficado muito feliz, afinal só conseguiu faturar um página dupla da Petrobras no valor de tabela de R$ 582 mil reais. Daquelas campanhas desnecessárias criadas somente para alimentar as agências de publicidade e o veículo de comunicação.
 

Já na edição 2326 de 19 de junho o governo federal injetou na revista R$ 1.164 milhão, referente a duas páginas duplas, uma da Petrobrás e outra da CEF, para a Veja, como sempre, falar mal do governo querendo derrubar a Presidenta. É o único governo que paga para apanhar. O bom é que mostra o quão republicano é o governo petista e como são profissionais os membros da equipe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM-PR), compram mídia técnica, independentemente da linha editorial. Isto é bom, pois mostra um diferencial com relação ao PSDB, que em Minas exerce ferrenha censura sobre os veículos de comunicação.

Na análise da edição 2325 (12/6), além da campanha da Petrobras de uma dupla R$ 582 (quinhentos e oitenta e dois mil reais) existe uma página simples do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento falando do crédito agropecuário. Campanha questionável, os pequenos agricultores e parte dos médios não são leitores de veja. Leitores ou não o fato é que, o governo federal pagou R$ 291 mil reais pela página simples. È a típica publicidade com cara mais para agradar ao veículo de comunicação que útil os leitores produtores rurais ou não – Existe uma página dupla que é do Banco PAN, contudo aparece a logomarca da Caixa, como “Associada à Caixa”. A política de comercialização de Veja pode vetar, pelo menos no passada.

Na edição 2324 de 5/6 da Veja especial que fala da  morte do filho do fundador de Veja, Roberto Civita. Mais uma vez com uma dupla da Petrobras R$ 582 mil reais e uma página simples do Ministério do Esporte R$ 291 mil reais.
 

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