Antes da onda de protesto que começou inicialmente por São Paulo, do tucano Geraldo Alckmin, pela tarifa dos ônibus urbanos. Depois que a Policia Militar (sabe-se lá?) arriou o cassete nos manifestantes, se alastrando por todo país, Dilma tinha 54%, Marina 18%, Aécio 12% e Eduardo míseros 4%. Dilma caiu e todos os adversários cresceram e a vantagem de 24 pontos virou desvantagem de 17 pontos.
Segundo a agência de noticias internacional, a presidente Dilma Rousseff perdeu apoio dos eleitores, em meio a protestos nas principais cidades brasileiras, e hoje conta com 30 por cento das intenções de votos para a disputa presidencial de 2014, segundo um dos cenários de uma pesquisa Datafolha divulgada no site do jornal Folha de S.Paulo.
A taxa de votos da presidente caiu até 21 pontos percentuais nesse cenário em relação a uma pesquisa feita nos dias 6 e 7 de junho.
“Embora ainda lidere a disputa de 2014, Dilma é a pré-candidata que mais perdeu apoio na corrida presidencial, e a queda indica que hoje ela teria de enfrentar um segundo turno”, afirmou a reportagem neste sábado.
O cenário hoje mais provável para a disputa inclui Dilma (PT), Marina Silva (Rede), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).
O índice de votos de Dilma é o mesmo percentual da aprovação de seu governo, segundo outro levantamento divulgado pelo jornal neste sábado.
No cenário eleitoral que aponta Dilma com 30 por cento das intenções de voto, a taxa da ex-senadora Marina Silva subiu de 16 para 23 por cento –Marina disputou a última eleição presidencial pelo PV.
As intenções de voto do senador Aécio Neves aumentaram de 14 para 17 por cento. Já o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, oscilou de 6 para 7 por cento.
O Datafolha ouviu 4.717 pessoas entre quinta e sexta-feira em 196 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.






