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Que a manifestação foi um sucesso e uma demonstração da força do poder do povo, isto é inegável. E que isto só foi possível graças ao grande poder de fogo do Facebook e não a nenhuma liderança isto também é fato.
Milhares de jovens, aproximadamente cerca de 12 mil pessoas fizeram a festa cívica com vários temas de protestos em Divinópolis, neste histórico 18 de junho de 2013, que ficará marcado na memória de todos para sempre. Segundo o perfil da manifestação no Facebook, 11.145 confirmaram presenças e disseram que talvez fossem, 2.470.
Protestaram contra tudo e todos. Contra a presidenta Dilma, contra o governado de Minas. Mas não resta dúvida, quem falar ao contrário não estará dizendo a verdade, que o maior protesto foi contra o prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo (PSDB).
O protesto contra o prefeito, desta vez não foi apenas de meia dúzia de xiitas, foi por milhares de jovens que se concentraram na porta da Prefeitura por cerca de uma hora gritando várias palavras e frases de ordem (ver vídeo).
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O clima de revolta em frente à prefeitura era tão pesado, que se não fosse o controle emocional dos policiais do 23º Batalhão da Policia Militar a situação poderia ter terminado em pancadaria e baderna, pois por três vezes arremessaram objetos contra a fachada da Prefeitura que estava protegida por dezenas de policiais militares, sob o comando e a presença do coronel do 23º BPM, Marcelo Carlos da Silva e o comandante da 7ª Região Militar, Eduardo Campos.
Felipe Alveoli não as sabe por que razão, já que na manifestação anterior, ocorrida no sábado (15), quem esteve à frente e fez convocação pelo Face era outro Felipe, o Tavares. Mas, Alveoli foi “empossado” como um dos líderes do movimento, chegando a dar entrevistas para vários veículos de comunicação. Dizendo, assim como Tibério Franklin também falou que o movimento era independente e que a organização não iria permitir manifestações direcionadas politicamente a uma pessoa. No caso em questão,
eles não falaram explicitamente, mas, implicitamente que diziam literalmente, “Pode tudo, menos gritar o fora Vladimir”.
Outras pessoas, trabalhadores e também estudantes que concordam com a atual gestão municipal, na Praça do Santuário ficaram acuados até para exibirem suas faixas e cartazes dizendo dos seus descontentamentos. Eles, no inicio ficaram tão sem graça que na passeata ocuparam quase que a “rabeira” da manifestação.
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Membros da Frente Compromisso Com Divinópolis foram rechaçados pelos estudantes que ao final, de concreto mesmo não reivindicaram nada, sequer o meio passe e muito menos redução da tarifa de ônibus. Mostraram, naquele momento, a força do povo.
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Na Avenida Primeiro de Junho, na altura da Rua São Paulo, um grupo de jovens conseguiu por alguns minutos ocupar a frente da passeata portando uma faixa de protesto contra o SETTRANS, mas logo foram afastados pelos jovens organizadores.
A situação, não apenas dos xiitas, mas dos jovens que queriam protestar contra o prefeito, só mudou quando na esquina da Rua Goiás, surpreendentemente a Policia sinalizou que todos deveriam entrar à direita na Rua 21 de Abril retornando para a Praça do Santuário. Neste ponto houve a cisão. Um pequeno grupo fez este trajeto, contudo, a maioria resolveu virar à esquerda para alcançar a Rua Pernambuco e se posicionaram em frente a Prefeitura.
| A bonita festa cívica dos jovens, mas sem o pragmatismo de alcançar algum resultado através de reinvidincaões concretas para a comunidade em que eles vivem.
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O previsto anteriormente seria a subida pela Rua Goiás até a esquina da Rua Rio Grande de Sul, então o grupo viraria à esquerda, alcançaria a Rua Pernambuco para fazer um protesto em frente à prefeitura.
O Divinews acompanhando o grupo também subiu a Rua 21 de Abril, mas perguntou para o comandante do 23º BPM, por que razão o trajeto inicial foi mudado? O comandante respondeu que foi uma decisão da liderança do Movimento. Entretanto outro grupo, muito maior resolveu que o objetivo deles era o “FORA VLADIMIR” e foram parar na porta da Prefeitura.
O grupo que virou à esquerda na 21 de Abril, era infinitamente maior que o grupo que subiu à direita. Tanto é que o grupo ocupou compactamente a rua, desde a Avenida Antônio Olimpio até a Rua Getúlio Vargas.
Quando o grupo menor, que estava subindo a Rua São Paulo foi avisado do grupo que estava na frente da Prefeitura, a maioria voltou para se juntar ao grupo do “Fora Vladimir”. Foi neste momento que o jovem Felipe Alveoli percebeu que não tinha o controle da situação e deu uma entrevista coletiva comunicando oficialmente que não tinha mais o controle dos manifestantes. Pois o que estava acontecendo na porta da Prefeitura não tinha o seu apoio. E em frente a Prefeitura Felipe também foi vaiado duas vezes.
Felipe logo após a entrevista, constrangido se retirou do local, contudo, o povo continuou por quase uma hora gritando as mais diversas palavras e frases de ordem. E por pouco a situação não saiu do controle já que os manifestantes por três vezes jogaram objetos contra a fachada da Prefeitura, e tais objetos passaram sobre as cabeças dos policiais que faziam o isolamento do prédio.
Depois de um certo tempo, algumas pessoas se retiraram da frente da Prefeitura e paralisaram o trânsito nas esquinas da Rua Goiás com Avenida Primeiro de Junho. Com isto vários veículos, inclusive dois ônibus tivera que dar ré e descer a Rua Minas Gerais.
| Tentaram mas não conseguiram mudar a agenda de protesto contra o prefeito de Divinópolis
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Depois que este grupo de manifestantes saiu da porta da Prefeitura, vários subgrupos foram formados. Não havia qualquer controle sobre eles. Um grupo que ficou até mais tarde, por volta das 21 horas. Saiu do bar do Anésio na Rua São Paulo, pegaram a Sete de Setembro, desceram a Rio de janeiro e interromperam o trânsito inicialmente nas esquinas Rua Rio de Janeiro com Antônio Olimpio, depois voltaram a interromper o trânsito nas esquinas da Antônio Olimpio com Goiás. Seguiu para a Avenida Primeiro de Junho que teve o trânsito interrompido novamente. Os manifestantes queriam subir a Rua Goiás em direção ao Bairro Porto Velho, mas desistiram e ficaram antes da ponte. Sendo acompanhado de longe por vários policiais. Depois eles seguiram para a Getulio Vargas até a Rio de Janeiro, e terminaram na Praça do Santuário.
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Felipe Alveoli quando perguntado pelo Divinews, na Praça do Santuário, após o término da passeata do Movimento que alguns tentaram, e até conseguiram por algum tempo, dar o nome de “VEM PRA RUA”, mas que no final acabou, pela força do povo, prevalecendo o “FORA VLADIMIR”, porque ele fez tanta força para que a agenda de protesto não fosse o “FORA VLADIMIR” ele confessou que a contrapartida era a abertura das escolas municipais para que ele como presidente da UED – União dos Estudantes de Divinópolis pudesse falar da Entidade. Isto sem levar em consideração, boatos de que ele ocuparia um cargo na Secretária de Cultura.
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MANISFESTAÇÃO NA PRAÇA DO SANTUÁRIO
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IMAGENS DA PASSEATA PELAS RUAS
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BLOQUEARAM A PONTE DO PORTO VELHO
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