A alegação do governo para a diminuição é que eles estão cumprindo um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta. O fato real nesta história é que esses tais TAC´s são usados como desculpas para muitas coisas, ruins com certeza. Para eles se isentarem, colocam a culpa no TAC assinados com o Ministério Público. Aí o ruim, neste caso, se não proceder não for verifico que é o termo de ajustamento é apenas uma transferência de responsabilidade de uma má gestão, fica sendo o Ministério Público, que por sua falta de hábito de dar entrevista, fica o dito pelo não dito. Então até que se prove ao contrário, a culpa do corte é do TAC que o MP formalizou com o município recomendando o corte dos vales transportes pela metade.
O interessante é que nas dezenas de contratações, aquelas políticas de livres nomeações, eles se esquecem do TAC, e estão que fazem nomeações de servidores/cabos eleitorais de outros municípios que entraram na administração para em 2014 dar a reciprocidade nas urnas para os aliados do contratante. E aí TAC, é para inglês ver.
Na segunda-feira (03), vários agentes de saúde estiveram reunidos na Câmara com alguns vereadores e segundo opinião de muito servidores públicos da saúde no município, com um dos mais inoperante secretário de saúde que Divinópolis já teve, Darcio Abud, e que também segundo informações não é bem ele quem manda na SEMUSA, é outra pessoa, que fingiu que foi e não foi, ficou. E há informações que isto o está deixando bastante chateado, mas os R$ 10 mil reais por mês falam mais alto. E não resolveram nada. Fizeram uma proposta, ainda não concretizada de que os quatro cartão transportes retirados poderiam ser retomado, mas em tickets, e eles recebiam os oito em dinheiro que incorporaram ao salário.
Falaram daqui falaram de lá e a situação continua na mesma. Os agentes que precisam se deslocar continuam com problemas e o pior é que a tão propalada equipe formada por grandes acadêmicos e até cientista políticos que foram parar no governo Vladimir e a exemplo de Minas, criaram o choque de gestão passaram o primeiro mandato cometendo o crasso erro de logística, colocam um agente que mora no Bairro Tietê para trabalhar no Nações e um do Nações para Trabalhar no Campina Verde. O agravante ainda maior é que o agente ficasse próximo, criasse vinculo com as famílias do bairro, fato esse não ocorre por falta de logística na na alocação de tais agentes.
Os “meninos” do choque de gestão com essa atitude motivaram bastante os agentes de saúde, em plena epidemia de dengue.
![]() Galileu Machado – Demetrius Arantes e Vladimir |






