Catarina do Vale questionou a representatividade da Câmara de Divinópolis que não tem consultado a população a respeito de muitas das ações que tem tomado. E citou, por exemplo, que a questão do cancelamento de muitas comendas poderia ter passado por uma Audiência Pública.
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Disse ainda que o analfabetismo social, racial, étnico e cultural impera na Câmara de Divinópolis. E relatou que a Consciência Negra começou em 1995 com Celso Aquino, que instituindo o Dia Municipal da Consciência Negra e mais tarde o vereador Edson Sousa, em 2001 avançou ainda mais, criando a Semana da Consciência Negra, em toda terceira semana do mês de novembro. Isto antes da lei federal assinada pelo Presidente Lula em 2003 quando foi criado o Dia Nacional da Consciência Negra.
Catarina com o seu discurso que sai do coração e da alma e não do intelecto, medido e pensado, afirmou que: “a retirada da Comenda Consciência Negra encaro como um retrocesso nesta caminhada que nem caminhou direito, mas era uma sinal – Assim como estou indignada com a retirada da homenagem do Educador do Ano. Uma classe que vem sofrendo e está praticamente à margem da sociedade, e que precisamos lutar muito para que sejamos reconhecido – Estamos aqui para protestar e fazer valer o nosso direito, um direito tão simples, o de sermos homenageado”.
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