A diretora Ivanete Ferreira, depois de detalhado estudo sobre a história financeira no primeiro mandato de Vladimir Azevedo, concluiu que sempre existiu margem para melhorar o ganho do servidor da Prefeitura. Para realizar o levantamento, Sintram contou com a assessoria do Dieese. “Não é hora de greve, ainda …”
Esta foi a conclusão da esmagadora maioria dos servidores que compareceram à última Assembléia. Para eles, deflagrar uma greve agora seria uma atitude desumana e irresponsável no momento em que a população de Divinópolis se angustia no meio de um surto de dengue. Neste sentido, a assembléia decidiu por uma agenda de paralisações por setor, com o objetivo de mostrar ao Chefe do Executivo que os servidores não aceitam os seus argumentos e vão continuar lutando para serem respeitados. A assembléia definiu que a Comissão de Negociação Salarial irá estabelecer junto com o Sintram uma agenda de paralisações setoriais e manifestações públicas.
O Sintram considera que a atitude foi sábia e madura. A próxima reunião entre o Executivo e a Comissão de negociação está marcada para o dia 07 de maio próximo.
Gastos com o pessoal 2009 a 2012
“Os dados de despesa total de pessoal e receita corrente líquida da tabela acima foram retirados dos Relatórios de Gestão Fiscal do Município de Divinópolis. Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o limite máximo com despesa de pessoal não deve ultrapassar 54% da receita corrente líquida do município e o limite prudencial deve ficar em até 51,30%. Os cálculos feitos com estes números mostraram que existiu, principalmente nos anos de 2009 e 2010, uma margem considerável para o prefeito Vladimir Azevedo dar um aumento real para o servidor”, concluiu a diretora Ivanete Ferreira.





