Andréia contou que existem moradores com alto poder aquisitivo donos de carros caros, como Toyota. Pessoas que vão para o Conjunto habitacional somente nos fins de semana para fazer churrasco, usando o local para passear.
Há alguns dias o vereador Adair Otaviano (PMDB) denunciou na tribuna da Câmara que também teria recebido várias denuncias neste sentido e chegou a pedir que fosse instituída uma Comissão Especial de Investigação do caso. Contudo, nada ainda foi feito.
É de se estranhar e muito, que o governo municipal em uma das peças publicitárias contrapondo as reivindicações salariais dos servidores públicos municipais, tenha elencado como benefício para a categoria, um programa de habitação em que 100 unidades foram entregues. Como é de conhecimento que a atual administração ao longo dos últimos quatro anos não construiu um único cômodo sequer como parte de um projeto oficial habitacional para os servidores. Será que a administração de Vladimir Azevedo está levando em consideração os servidores que foram “contemplados” com o programa do governo federal, Minha Casa, Minha Vida, e o lista como beneficio. Quem são afinal esses 100 “sortudos” servidores que ganharam casas?
O que leva uma cidadã a confessar abertamente que é uma invasora e que está correndo o risco de ser colocada pra fora, de uma casa que em tese, oficialmente deveria ser dela e das outras famílias que estão na mesma situação?
Os “responsáveis” diretos e indiretos, pelos descalabros que ocorreu e continua ocorrendo em todo processo do programa do governo federal, Minha Casa Minha Vida, que em primeira análise é o superintendente e o gerente de negócio do governo da Caixa Economica Federal da agência de negócios de Divinópolis, depois o gestor do município, o prefeito que delegou para a gestão para o vice-prefeito, Francisco Martins (Chiquinho do Sinvesd), o gerente da Usina de Projetos na época Rodrigo Kaboja. E que o Ministério Público Federal também tome ciência, por que o projeto assim como os recursos são federais e por fim que a Policia Federal também atue.
Que as autoridades não deixem as investigações das irregularidas apenas nas mãos de um Poder Legislativo, quase que 100% governista, que é o próprio denunciado.
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