O fenômeno perdeu força e tocou o solo no estado americano de Nova Jersey como tempestade tropical. Ventos de até 180 km/h derrubaram árvores e provocaram o corte no fornecimento de energia em pelo menos quatro estados. O governo calcula que 60 milhões de pessoas serão afetadas pela onda de destruição causada pela tormenta.
No sul da cidade de Nova York, o nível do mar superou o recorde histórico de 1960. Na ocasião, as inundações também foram causadas por um furacão. Túneis e estações de metrô estão inundados. Centro turístico de Manhattan, a Times Square ficou completamente vazia. A fachada de um prédio desabou, devido aos fortes ventos (veja no vídeo abaixo).
O prefeito Michael Bloomberg pediu que a população não telefone para os números de emergência sem necessidade. No final da noite, o serviço 911 registrou 20 mil ligações por hora.
Na cidade de Atlantic City, vizinha a Nova York, a prefeitura estabeleceu toque de recolher até às seis horas da manhã, no horário local. A medida visa liberar as ruas que não foram alagadas para ambulâncias e caminhões dos bombeiros.
Houve queda de árvores em Boston, Oeste Virgínia e Carolina do Norte. Os principais aeroportos da região leste continuam fechados. Mais de 12.500 voos foram cancelados desde quinta-feira.
A Bolsa de Valores de Nova York vai continua suspensa nesta terça-feira. Técnicos testem um sistema alternativo, para garantir o funcionamento do pregão no resto da semana. A usina nuclear que fica em Nova Jersei está em alerta, pelo risco de inundação dos reatores.
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