Desde o inicio ele (Vladimir) criou o cargo de “Gerente de Relações Institucionais”, que em tese, deveria ser o profissional que deveria se relacionar muito bem entre os dois poderes, tanto com os vereadores da base do prefeito, quanto os de oposição. Mas, isto nunca aconteceu.
Inicialmente quem ocupou este cargo foi Rui Tavares, na época em que Fernando Ordones era o Chefe de Governo. Rui depois foi transferido para o Conselho do Centenário e como Edmar Rodrigues deixou a presidência da Câmara, o também pastor, Arlem, que foi assessor da presidência assumiu a função de “Gerente de Relações Institucionais”, assessorando o chefe de governo Antônio Faraco.
Ocorre que esta função não tem significado algum operacionalmente. O profissional fica o tempo todo em um notebook digitando sabe-se lá o quê e no telefone celular. Acompanha as reuniões do auditório do plenário. Não interage nada com os vereadores, pouco vai a qualquer gabinete, nem os da situação e muito menos os da oposição. Os vereadores não estão nem aí pra ele, é uma peça “morta” no plenário.
E fica lá o profissional em todas as reuniões teclando o seu notebook fazendo de conta que exerce uma função muito importante. Então, o nome disto, é o que vários vereadores, inclusive do partido governista chamam de BOQUINHA. Pois tanto faz ele estar ou não presente em reuniões ordinárias, a relação institucional com os vereadores é zero.
Há vários dias o Divinews vem “mapeando” a atuação deste profissional. No plenário, ele senta na primeira fila, na última, se ausenta da sessão plenária na hora de votação de projetos, não comparece em determinados dias. Não faz qualquer sinal de interação com os vereadores da base do prefeito. Muito eventualmente conversa com o líder do governo, Edmar Rodrigues. Tanto faz ele estar lá como não estar. Isto é o que se chama uma boquinha, com salário de aproximadamente R$ 4 mil reais.
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