Segundo o formulário do protocolo para registro da pesquisa, foram entrevistados 400 eleitores. Contudo, levando em consideração os percentuais das entrevistas em bloco de bairros, o número absoluto de entrevistado apresenta números quebrados e a soma total de entrevistas totaliza 400,4 entrevistas.
16% (64 pessoas) do total de 400 abordadas, foram realizadas em 5 bairros, Centro, Sidil, Esplanada, Vila Belo Horizonte e Vila Cruzeiro; 14% ou 56 pessoas, também em 5 bairros, Bom Pastor, Afonso Pena, Alvorada, Serra Verde e Industrial; 10,8% (43,2 pessoas) foi nos bairros Sagrada Familia, Nações, Aeroporto e Santa Rosa; 10,5% (42 pessoas) foi no Catalão, São José e São Judas; 10% (40 pessoas) no Belvedere, Bela Vista e Realengo; também 10% (40 pessoas) foram nos bairros Santo Antônio, Ipiranga, Planalto, LP Pereira e Tietê; outros 10% (40 pessoas) foram pesquisadas no Porto Velho, Interlagos e Nossa Senhora das Graças; Já no Danilo Passos I e II, Manoel Valinhas, Vila Romana e Icaraí o percentual foi de 8,3% com 33,2 pessoas entrevistadas; Em Niterói, São Luiz, Espírito Santo e Itaí, foram 7%, com 28 pessoas pesquisadas; A pesquisa foi finalizada em Ermida (Santo Antônio dos Campos) com apenas 14 pessoas pesquisadas correspondendo a 3,5% do total da pesquisa, ou seja 400. O interessante, como já relatado, é que a soma dos bairros, ultrapassa o número de 400 entrevistas informadas no formulário.
O Instituto Dividados até esta data realizou apenas duas pesquisas em dois pequenos municípios, Corrego Fundo e Piumhi, uma em março e a outra no dia 31 de agosto.
Em municípios de porte médio como Divinópolis em todo país normalmente são contratados grandes institutos de pesquisas como o IBOPE, que realizam levantamentos em diversos municípios até mesmo de menor porte. O Divinews solicitou cotação com o IBOPE que informou o valor de R$ 34.500. Um valor nada absurdo para uma coligação que tem 15 partidos aliados e uma série de deputados, governador e senador. (CLIQUE AQUI E VEJA PROPOSTA IBOPE)
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Questionário da Pesquisa
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| Em 2009, primeiro ano do governo Vladimir, as apuradas técnicas de esconder a verba de publicidade ainda não estavam tão apuradas então aparecem valores maiores. O grupo PEMAFA faturou com a Prefeitura R$ 243.123,00, incluindo o Guia Pemafa. E o repasse para a CASABLANCA foi de R$ 842.745,94
Já em 2010 com o aperfeiçoamento da técnica de esconder o pagamento de publicidade através de repasses para a CASABLANCA, o valor da agência saltou para R$ 1.674.806,42, o pagamento direto para o Grupo PEMAFA diminui para R$ 102.947,96, pois a maior parte estava incluindo dentro da CASABLANCA, como o pagamento para o guia telefônico PEMAFA. Em 2011, em uma fase de doutorado em esconder verba de comunicação, o repasse para a CASABLANCA chegou em R$ 2.271.108,66. O Grupo PEMAFA só aparece com um reles valor de R$ 1.000,00. As verbas repassadas para os veículos é uma Caixa de Pandora, que nem o Ministério Público da jeito de abrir. 2012, os “gestores” se é que o adjetivo não é outro, já hiper, mega e super especialistas em ocultação de verbas, apenas nos dois primeiros trimestres do ano (janeiro,fevereiro e março), depois (abril, maio e junho) já foram repassados para a CASABLANCA mais que todo o ano de 2011 R$ 2.204.4354,90. As verbas do PEMAFA estão inseridas dentro desta caixinha. E, olha que o ano ainda não acabou, a farra mesmo será depois das eleições.
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