O candidato a prefeito de Divinópolis, em chapa caseira, tendo como vice sua esposa Ana Maria (PSOL), disse que sua principal bandeira é uma reforma administrativa que vai ser feita para enxugar a máquina administrativa. Vai valorizar o servidor de carreira realizando eleição direta para os cargos de confiança em que o próprio servidor elegerá os secretários de governo e outros cargos de confiança. Espera com isto economizar para investir na construção de 2 ou 3 hospitais.
Entre suas propostas está a construção de uma via, ao estilo avenida do contorno em Belo Horizonte, que cortará toda a cidade, desde a entrada para o Bairro Icaraí, passando por vários bairros periféricos, formando o círculo, que ele deu o nome de “Contorno Rodoviário.
Torquato disse ainda que continuará com a obra do Hospital Regional e outras poucas obras que a atual administração deixou em andamento, mas que vai agilizar o término das mesmas. Terminou o assunto dizendo que vai exigir que o Estado de Minas através da Fhemig, que administra os hospitais de Barbacena, Patos de Minas, Montes Claros e diversos hospitais em Belo Horizonte, seja o gestor do hospital de Divinópolis, nada de Organizações Sociais administrando o hospital, pois só vão servir para cabide de emprego.
Criticou que as obras do hospital tenham sido orçadas em R$ 20 milhões de reais e já consumiu mais de R$ 50 milhões e mesmo assim ainda não terminaram.
O candidato do PSOL, avisou que se for eleito vai mandar auditar todas as concessões realizadas recentemente pela atual administração (Torquato evitou o tempo todo, citar o nome de Vladimir Azevedo) e que se houver qualquer ato que tenha lesado a população não hesitará em pedir o cancelamento dos contrados, como exemplo citou a COPASA, VIA SOLO e TRANCID.
Quando ao momento eleitoral parabenizou a celebração do TAC Eleitoral mediado pelo Ministério Público. Dizendo que o TAC deixou os partidos quase em pé de igualdade, dando possibilidade que um partido pequeno como o seu (PSOL) possa fazer frente aos grande e até mesmo ganhar, fato em que ele acredita.
Jorge Torquato no inicio da entrevista falou de sua trajetória política herdada do seu pai, o comerciante Peixoto Guimarães. Foi acompanhando o pai que ele tomou gosto pela política. Exaltou sua militância quando foi funcionário da Pains (atual Gerdau) e a sua passagem pelo PT. Ainda no inicio explicou que a escolha de Ana Maria como candidata a vice-prefeita não foi uma escolha pessoal dele, e sim da militância do PSOL, e ele deu o aval.






