A AGU (Advocacia Geral da União) ajuizou 210 ações contra postulantes aos cargos de vereador, prefeito e vice que registraram suas candidaturas “pegando carona” em nomes de órgãos públicos para obter benefício eleitoral. Minas é o Estado com o maior número de casos, com 35 processos, seguido de São Paulo (29) e Rio (16).
A maioria das ações é contra postulantes a vereador no interior. Em Belo Horizonte, o único relacionado é Alexandre Paiva Rocha, o “Alexandre do INSS Padre Eustáquio”, candidato à Câmara Municipal pelo PMDB. Em todo o Estado, o único que não concorre a uma vaga como parlamentar é José Raimundo Campos, o “Zé Raimundo do INSS” (PSDB), que disputa a vice-prefeitura de Bom Despacho.
O nome mais vezes utilizado ilegalmente é o do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), seguido da Funasa (Fundação Nacional de Saúde). Segundo a AGU, a vinculação ao nome das entidades para obter benefício eleitoral é vedada por diversas leis.
“As pessoas podem imaginar que, votando em um candidato cujo nome está ligado a um ente estatal, isso vai lhe garantir algum benefício junto a essa autarquia ou fundação”, alega o Procurador Geral, Marcelo de Siqueira Freitas.
FERRUGEM DA PREFEITURA
DALVA DO CENTRO DE SAÚDE ITAÍ
DIRCE DO PRONTO SOCORRO
DORINHA DO POSTO DE SAÚDE




