A história começa com uma publicação no dia 4 de setembro de 2011 quando foi noticiado que uma verba seria alocada para Divinópolis através de uma Emenda parlamentar do deputado federal Antônio Roberto (PV) atendendo uma solicitação do produtor cultural Alexandre Calmon. A verba é para a realização de várias atividades culturais em comemoração ao centenário da cidade. O pedido do parlamentar será liberado desde que a responsabilidade da gestão do projeto fique com Alexandre Calmon, para isto é necessário que tenha um contrato entre as partes. À Prefeitura, como parceira, receberá os recursos e prestará contas junto ao Ministério da Cultura.
Contudo, foi publicado na edição de domingo do Diário Oficial do Município uma noticia dizendo que o produtor seria um mero mediador de um dos projetos, que é um documentário especial dos 100 anos de Divinópolis ao custo de R$ 300 mil reais.
E ainda tirando o mérito que foi Alexandre quem convidou o diretor geral de novelas da TV Globo, Fred Mayrink para dirigir o documentário e que é ele quem está em negociação com a atriz Fernanda Montenegro para que ela participe do documentário. O D.O do município passou todos os méritos para o governo e o secretário de cultura Bernard Rodrigues.
As ações só acontecerão por uma ação direta do produtor e não por atuações de terceiros (governo), como faz supor a matéria publicada no D.O do município que como governo, em um ano eleitoral deu o crédito para os seus chefes, em uma nítida apropriação indébita. Na linguagem popular é o famoso “passar a perna”, “dar uma rasteira” entre outros adjetivos de posse indevida.
Alexandre informou que a matéria do D.O. está equivocada não pontuando os fatos como eles realmente são e acredita que a Prefeitura NÃO utilizará os recursos da emenda parlamentar do deputado federal Antônio Roberto do PV (Partido Verde, o mesmo partido de Heloisa Cerri) de forma maldosa, já que é um projeto que se preocupa com a população de Divinópolis em uma data tão especial que é o centenário da cidade.
Espera-se que diante da pontuação e elucidação dos fatos pelo produtor cultural Alexandre Calmon e que neste episódio o governo tenha uízo suficiente para não atrapalhar o desenvolvimento do projeto, isto porque se o deputado autor da emenda souber do imbróglio que está se armando e que estão se recusando em até citar o nome dele, pode não querer liberar os recursos junto ao governo federal. Se há uma coisa que os parlamentares gostam, é de citar suas emendas.





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