A praça foi fechada nos primeiros dias do mês de dezembro, portanto, há quatro meses. A princípio, a Praça ficou apenas cercada, por dois longos meses, sem nenhuma movimentação, sem nenhuma obra (vejam matérias no Divinews), depois de muitas denúncias, resolveram começar alguma coisa. Construíram uma “rampinha” aqui, outra acolá.
A Gerdau deu sua versão, claro que o Divinews e nem tão pouco a população não acreditaram, mas fingiu que sim. Assim como o Governo, quando é pego de calças curtas na mentira, é emparedado, sai com as desculpas mais estapafúrdias do mundo e pensando que consegue enganar o povo.
Os moradores ao redor da Praça em ligação para o Divinews falaram que o que está sendo feito na Praça está na contra mão do ecologicamente correto. Os materiais que estão sendo utilizados são ferros, aços e concretos. Sendo a Gerdau produtora de aço, não poderia ser diferente.
A verdade é que, quase nada foi feito que justificasse a praça continuar fechada por todo este tempo.
Está mais para uma peça de ficção de marketing especialidade do Prefeito Vladimir Azevedo capitaneado pelo seu chefe de governo Antônio Faraco, do que efetivamente uma obra real. É só esperar o momento de inaugurar meia dúzia de modificações que com certeza vão dizer: “revitalização total da Praça do Santuário ao estilo ecologicamente correto”. Aguardem o anúncio do dia da “reinauguração”
Se a estratégia “Faraquiana” é criar volume de inaugurações tendo em vista a eleição de outubro. O tiro vai sair pela culatra, a população está tão irritada que o Prefeito vai levar é uma estrondosa vaia ao invés de aplausos, exceto da claque contratada para aplaudir.
Uma pergunta: porque a Gerdau não tem uma única plaquinha dizendo que a reforma da Praça do Santuário é patrocinada por ela, também não existe placa alguma da Prefeitura. Parece que estão com vergonha da reforminha que fizeram. Segundo um morador que o Divinews entrou em contato neste domingo, o que existe de real são duas rampinhas e a pintura do chão da praça com nata de cimento. Nada mais.
Na campanha eleitoral de outubro podem tirar o cavalinho da chuva, não vai funcionar o “vira, virou” e sim o “vira, não virou – O povo acordou!”
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Artigo – Geraldo Passos







