O inicio do tumultuado 2011, começou, como já relatado, no finalzinho de 2010. O processo foi deflagrado com a eleição do vereador Pastor Paulo Cesar (PRB) que ao obter sete votos contra os seis votos do vereador Beto Machado, do mesmo partido do prefeito, Vladimir Azevedo, mas preterido a favor do vereador Pastor, a Câmara foi dividida.
A situação ficou ainda pior quando o vencedor, Pastor Paulo Cesar, logo ao assumir resolve demitir vários servidores com muitos anos de casa, incluindo uma servidora grávida, posição que ele posteriormente, foi obrigado a rever e readmitir novamente.
Alguns vereadores, com mais de um mandato, atribuem as falhas cometidas pelo presidente, a sua falta de experiência que logo em um primeiro mandato impôs ser candidato a presidente da Casa Legislativa.
O inexperiente presidente, querendo se viabilizar como um provável pré-candidato a vice-prefeito na também provável candidatura a reeleição do prefeito Vladimir Azevedo, agiu de forma subserviente a todos os interesses do Executivo, desde votação de projetos a política de pessoal, da contratação, manutenção e exoneração de servidores da Casa Legislativa.
Com uma Casa partidarizada, principalmente na diretoria de Comunicação e fragmentada entre facções, em uma tentativa de isolar os vereadores que fossem oposição ao governo e com o apoio velado do presidente, alguns servidores esqueceram que estavam ali para servir a todos os parlamentares e não apenas os que fossem simpáticos e favoráveis ao Executivo
Segundo funcionários mais antigos que não se envolveram tomando partido deste ou daquele vereador, e ate mesmo os parlamentares mais antigos. Eles são de opinião que a gestão de Paulo Cesar, foi uma das piores da historia da Câmara de Divinópolis, senão a pior.
Até mesmo na sua saída, no finalzinho, na ultima hora, fechando o ano de 2011, o ex-presidente cometeu uma serie de erros (veja varias matérias a respeito).




