Paulo em seu pronunciamento falou que faz parte da vida perder, e que fez uma campanha digna e sem falsas promessas. “Não demos uma bala sequer em troca de votos”, afirmou o vereador, como se isto uma qualidade, um diferencial. Não, não é. O certo é não dar nada mesmo. Está igual a história do cara que quer um prêmio por ser honesto.
Paulo começou a perder as eleições quando ao assumir a presidência, em uma só canetada demitiu várias pessoas que trabalhavam há anos na Câmara, inclusive uma servidora que estava grávida e que depois ele foi obrigado a recontratar.
Foi ele (Paulo) quem fomentou ou foi omisso com as contendas entre os vereadores de oposição e alguns servidores da Casa Legislativa, situação esta que nunca havia ocorrido na Casa do Povo. Entre outras “pisadas de bola”, como tentar colocar em votação o aumento do salários dos vereadores. Em várias ocasiões suas intervenções favoráveis ao governo foram desastradas, como convocação de colégio de lides, CPI. O meio político nos bastidores já comentavam sua provável não reeleição.
Paulo César ao assumir em 2009 foi direto para a Mesa Diretora e por lá passou dois anos como primeiro secretário na gestão de Edmar Rodrigues como presidente e a seguir, em 2010 com o apoio do prefeito Vladimir Azevedo, tornou-se presidente da Câmara, ficando no alto clero da Câmara por três anos seguidos. Muitos analisam que ele não conseguiu se estabilizar e se conformar no baixo clero, ser um “simples” vereador. Fez mal para o seu ego.






