Cada dia fica mais latente a fragilidade parlamentar do vereador Paulo César que deixará a presidência da Câmara de Divinópolis no próximo dia 31. Em quase todas as reuniões que foram polemicas no decorrer desde ano, ele titubeou como um Magistrado do Poder Legislativo está saindo devendo postura, (postura é uma coisa discurso é outro) à população e aos seus eleitores.
A chave de ouro do fechamento de Paulo César como presidente, foi hoje com a votação da Mesa Diretora e também amanhã quando o projeto de aumento dos vereadores voltar ao plenário e novamente ele se deparar com um plenário cheio de manifestantes que se sentirão enganados, quando ele disse que o projeto de aumento dos vereadores não ocorreria mais neste ano. Vamos aguardar e ver como ele vai conduzir a reunião.
Voltemos ao absurdo que ocorreu hoje na Câmara de Divinópolis, protagonizado por Paulo César, que conduziu a reunião seguindo as ordens do Poder Executivo, atropelou todo o processo de uma forma acintosamente ditatorial.
O vereador Antônio Paduano (DEM), segundo comentários ouvido hoje no plenário da Câmara, jogou 40 anos de vida parlamentar na lata do lixo, ao aceitar a estratégia política montada pelo grupo que avalizou a chapa, leia-se o nome do deputado Jaime Martins Filho, e seu fiel escudeiro “Niquinho”, Waldimir Azevedo e seu fiel escudeiro, Antônio Faraco, que no plenário da Câmara dava uns risinhos sarcástico, da “arte política” que conseguiu fazer, ao enrolar os membros da chapa 2, com a artimanha armada, junto com a turma.
Foi tão simples que ninguém percebeu, Paduano assinou a ficha da chapa 2 e na hora “H” retirava a assinatura e a turma ficou a ver navios. Paulo César, agora tudo é fiel escudeiro, obedecendo o seu chefe Vladimir Azevedo e Faraco, logo no inicio da reunião, partiu para impugnar a chapa dois, que estava com apenas três componentes.
Paduano (veja matéria especial à parte, Paduano merece) não só não participou como votou na chapa 1 do prefeito Vladimir e deu a vitória para Anderson Saleme, que simplesmente fez o seu papel de querer ser presidente, a armação ficou por conta de terceiros.
Paduano (veja matéria especial à parte) não só não participou como votou na chapa 1 do prefeito Vladimir e deu a vitória para Anderson Saleme, que simplesmente fez o seu papel de querer ser presidente, a armação ficou por conta de terceiros.
Os dois pesos e duas medidas que o Presidente, vereador Pastor Paulo praticou, foi que o partido PRTB usou a mesma estratégia com o vereador Milton Donizete, enviando uma correspondência instruindo para que ele não participasse, contudo não foi acatado pelo nem pelo vereador e muito menos pelo presidente.
O tempo fechou de vez, o vereador Adair Otaviano, tentou pedir impugnação da chapa 1, com base no documento do PRTB enviado para Milton Donizete, o Presidente ignorou e deu seqüência ao procedimento de votação. O vereador Roberto Bento chegou a citar o pai do Presidente, o Pastor Divino, tentando usar o emocional, nada conseguiu, Paulo continuou na sua obsessão em colocar em votação.
Não teve nada que “sensibilizasse” o presidente. Nem a chegada da Policia chamada pelos membros da chapa 2 para fazer um boletim de ocorrência para dar entrada em um processo e tentar a anulação da eleição. Paulo não permitiu que Adair saísse da mesa, sem antes votar.
Todos da chapa 2 votaram sobre protesto, mas votaram, segundo a vontade do presidente e do seus chefes, Vladimir Azevedo, Faraco, etc, etc,. Ele tem um monte, tanto no Executivo, quando no Legislativo.
No final a chapa do vereador Anderson teve sete votos, Anderson, Edmar, Rodyson, Milton Donizete, Paduano, Geraldinho da Saúde e Paulo César.
![]() Quando alguma coisa o contraria, ele faz caras, caretas e bocas em plenário |







