As denúncias de irregularidades foram veiculadas em reportagem do Fantástico, da Rede Globo, e informou que Organizações Não Governamentais – ONGs – credenciadas pelo governo estariam cobrando taxa para inclusão no programa habitacional. Divulgada no dia 30 de outubro, a reportagem mostrou casos de ONGs cobrando até R$ 5,5 mil por uma vaga no programa. Destinado às famílias de baixa renda, o Minha Casa, Minha Vida prevê que o comprador pague o imóvel com 10% de seu salário durante dez anos – o governo paga o resto da dívida.
TRAGÉDIA SUPER ANAUNCIADA: Se nada for feito, na primeira chuva forte, as casas do “Minha Casa, Minha Vida” podem descer ribanceira abaixo e ainda soterrar moradores do Capão da Lagoa
O terreno foi comprado com o aval da Prefeitura de Divinópolis e pago pela Caixa Econômica Federal com o dinheiro, como sempre, do contribuinte, porque a CEF é estatal e mesmo tendo receita própria e até dando lucro, ela pertence ao povo brasileiro. E o dinheiro dela, não é dela.
Mas vamos ao enrolado caso: no local em que foi construído o conjunto habitacional de casas do projeto Minha Casa Minha Vida, chamado Vila das Roseiras, era uma fazenda denominada Fazenda da Chácara, o proprietário, que já havia feito o seu desmembramento, há cerca de 10 anos vendeu algumas chácaras para cerca de 14 pessoas, nos fundos do terreno que ele vendeu para a CEF construir as casas do Minha Casa Minha vida.
Acontece que para alguns compradores das chácaras o proprietário das terras, Moacir Ferreira da Silva, passou a escritura definitiva apenas para uns e para outros existe só o documento de promessa de compra e venda. Eles reclamam que com a não existência dos documentos que legalizam aquela área (Capão da Lagoa), a CEMIG não faz a ligação da energia no local e eles estão sem energia elétrica.
O mais grave, contudo, se é que possa existir coisa mais grave do que ficar sem energia e sem água, são as consequências da construção do conjunto habitacional para o meio ambiente, naquele local. Segundo os moradores a agressão à natureza foram praticadas no atacado, foram muitas. Vai desde o aterro de várias nascentes, passando pelo assoreamento de córregos e lagos, chegando às queimadas e erosão.
Chuva começa a detonar infraestrutura do Projeto Minha Casa Minha Vida no Vila das Roseiras
O Divinews esteve no conjunto habitacional Vila das Roseiras neste domingo (16). Os problemas existentes estão concentrados na parte de trás do conjunto, próximo ao local chamado Capão da Lagoa quando um grupo de moradores, liderado por Regis (Este não é o tio do prefeito) oficiou a Caixa Econômica Federal – CEF sobre os problemas do meio ambiente e o receio que aquela comunidade tem quando começar o período de chuvas, e já começou.
Contudo, senão, todavia, a rua bem como as casas que foram comercializadas diretamente pela Construtora Machado Gontijo e financiadas pela CEF, em que o mutuário paga R$ 280,00 e não R$ 60,00 (valor referente ao projeto do governo federal), valor pago pelo , não existe nenhum problema. A maioria já se mudou para o local, todos estão felizes, a mil por hora, construindo muros e outros melhoramentos. Um dos moradores contou para o Divinews que em breve vai colocar até piscina na parte de trás da casa.






