O deputado afirmou que o PT tem que ter um relacionamento político com Anastasia, mas que acima de tudo o seu partido tem que ter uma aliança programática com os mineiros, e continuou: “ou seja, estabelecer uma relação direta com os mineiros, aproveitar este momento histórico que nós temos na Presidencia da Republica, uma mulher mineira – A nossa presidenta Dilma Rousseff e atrair para Minas os investimentos para que a gente possa resolver os grandes gargalos do estado de Minas Gerais”
Reginaldo disse que o Estado está quebrado, devendo mais de R$ 68 bilhões de reais com uma incapacidade de investimento enorme e sem planejamento de resolução do problema.
O deputado continuou dizendo que: “acho que chegou a hora do PT buscar atrair para Minas grandes investimentos e liderar as reivindicações e o nosso partido ter competência para capitalizar – Porque de fato, o ex-governador não conseguiu articular os grandes investimentos para Minas”
O parlamentar acusou o Governo de Minas de rebatizar quase todos os programas do governo federal, mudando o nome deles e capitalizando como se fossem programas do estado, citou como exemplos, os programas “Luz para Todos”, “Programa da Familia”, “Fome Zero, “Pro-Jovens.
Já o que não foi feito, Reginaldo afirmou que, “eles” colocam na cota do Governo Federal. “Portanto, chegou a hora do nosso partido, e nós estamos fazendo isto. A todo momento, durante este ano de 2011, a nossa bancada de deputados federais, mais a bancada de partidos aliados, como o senador Clésio Andrade, o PMDB, o PC do B, o PRB – Nós percorremos diversos Ministérios monitorando o andamento das grandes obras de Minas Gerais, agora, na política, na elaboração do PPA (Plano Plurianual), 2011-2015. Nós estamos trabalhando para colocar as principais obras no PPA, como o metro Contagem-Betim, colocamos R$ 1,200 bilhões, para fazer a obra do Eldorado até Betim – A BR 381, tem uma previsão enviada a presidenta Dilma de R$ 3 milhões até Governador Valadares – A BR 040 – O Rodoanel – O anel Rodoviário – A exposição do Aeroporto de Confins. Ou seja obras estruturantes”
Algumas reivindicações são do Governo do Estado. Disse que propõe que o seu partido (PT) faça uma aliança direta com os mineiros. Porque a situação de Minas é crítica.
Reginaldo afirmou que se retirar o minério das contas, a economia do Estado passa para o 14º lugar no país. Citou o Rio de Janeiro como a 2º economia do Brasil, mas, se retirar energia e o petróleo, o Estado continuará a ser a 2ª economia. Disse que o governo do Rio teve capacidade de transferir investimentos para o parque industrial e Minas ainda não conseguiu está ainda veiculada a economia primaria exportadora.
Ele diz que chegou a hora de se pensar um novo projeto para Minas. Como exemplo sugere que se a lei Kandir, neste sentido, existe até um projeto que foi apresentado pelo deputado Jaime Martins, e se voltar a cobrar ICMS da exportação do setor primário, isto daria a Minas Gerais mais R$ 5 bilhões de recursos.
Respondendo a pergunta/dúvida do Divinews de que os números da divida de Minas que ele apresenta não seria uma potencializarão critica por ser o PT oposição ao PSDB, Reginaldo reafirma a situação da incapacidade de investimento do Estado.
E, bate pesado no alardeado “Choque de Gestão”, quando o governo alardeou que Minas tinha déficit zero. Em sua opinião não passou de um jogo de marketing, em um primeiro momento para dentro de Minas para reeleger o governador Aécio e depois para fora do Estado para tentar vender uma campanha a presidente da República, Mas na prática, disse ele: “infelizmente o Estado de Minas hoje, caminha para uma situação muito difícil do ponto de vista econômico, um estado que está desindustrializando e nós precisamos fazer uma intervenção urgente”
“O PSDB lamentavelmente não gosta do papel do Estado, acha que o Estado não tem papel, não tem função, acha que o estado não é ativo nessas questões econômicas, ele preferente entregar para o setor privado, e, o setor privado tem demonstrado pouco interesse pelo nosso querido Estado de Minas Gerais”, finalizou o deputado
Veja outros trechos da entrevista no vídeo
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