Vereadores da base governista cobram ações do Executivo de forma bem “MACIAZINHA”, com bastante “JEITINHO” para não magoar e ter seus pedidos negados

Publicado por: suporte

Prestem atenção como começam os pronunciamentos de alguns vereadores, que fazem parte da base aliada do governo de Vladimir Azevedo (PSDB). Dificilmente, vocês terão oportunidade de ver tais edis indignados, falando com veemência. Com o “dedinho” em riste. O discurso é quase padrão na formatação.

“Senhor presidente nós gostaríamos aqui de mencionar, que as ruas até  algumas que nós solicitamos que passasse a máquina e passou, ficou bom, mas, veio a chuva. Então agora nos vamos solicitar que o executivo olhe com carinho e que jogue a escoria, nem que seja em determinados pontos mais críticos. La na região do Niterói onde foi passado a máquina, senhor presidente, ficou muito bom, ficou maravilhoso”
“Só que já deu problema, já está realmente precisando demais de uma escória, de alguma coisa que firma. Porque do jeito que esta lá a gente não esta passando nem a pé. Ficou bom, mas veio a chuva que a gente esperava e que precisa dela e fez um lamaçal. A gente espera ai que o executivo olhe com carinho ”

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E por ai vai com muito cuidado, tateando, vai e volta, volta e vai, morde e assopra. Meio que assim, assim.
É comum, mas nem tanto, em uma reunião o parlamentar se indignar (morder), bater feio no Executivo, e na reunião seguinte, elogiar (assoprar), morrer de amores.

Quando o vereador é do mesmo partido do governo (PSDB) o elogio é de grupo político, que defende mesmo e ponto final. Pode estar muito ruim que ele vê coisas muito boas. Mas, quando é apenas base aliada, a relação é a “La Leandro e Leonardo”, entre tapas e beijos.

Fez rápido o que o vereador solicitou são beijos, não fez, são tapas (mas dentro de um limite, porque ninguém é bobo, muito menos políticos).

Os calçamentos, asfaltamentos, capina, passar trator, entre outras inúmeras realizações de varejinho, são as Emendas.

Parlamentares dos milhares de vereadores pelo Brasil afora. É a moeda de troca, usada entre o Executivo e o Legislativo.
Infelizmente é assim que funciona em todo Brasil. Nas Câmaras Municipais e na Câmara Federal, nas Assembléias, no Senado e até mesmo com os governadores que comandam suas bancadas na Congresso. E pressão, birra igual a de crianças.

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