Segundo o próprio tribuno, ele se considerava na época, o mais chato da Câmara. Com certeza, até mesmo por sua ausência do plenário atualmente, este título alguns podem ter lhe tomado o título e como tal devem se considerar.
Fio Corgozinho titulou sua fala na Tribuna livro como: “O Poder que emana do povo para o povo que não chega para o povo – conquista que tivemos no passado estamos perdendo – o poder que legisla em causa própria”.
O título já dava para pressupor o que viria e assim foi. Logo ao abrir o tema em tom saudosista fez um histórico de como foi instituído o uso da tribuna livre pela população, falou que foi no governo de Aristides Salgado que o povo ganhou esse direito, depois foi a vez de relembrar o governo de Galileu, passou pelo governo do ex-prefeito Domingos Sávio.
Fio relembrou noticias/escandalos publicadas pelo Jornal Magazine, citando os casos sem citar os nomes dos vereadores envolvidos em cada um. Em dois casos ele foi um pouco mais direto e levou o troco na hora do pronunciamento dos Edis citados (Adair, Rodyson, Hilton de Aguiar), que ele já não estava mais no plenário.
Enfim, “o tribuno aprontou das suas”, fazendo jus ao título que ele mesmo se deu, e, depois caiu fora, não ficou para ouvir réplica dos vereadores que ele ofendeu mais diretamente.
Fio, muito saudoso lembrou-se do tempo que não precisava se identificar na portaria e nem de crachá para entrar na Câmara, com isto disse: “hoje eu não sou um cidadão, sou um convidado, não sou um cidadão confiável, eu sou um baderneiro, porque eu tenho que mostrar minha identidade – Onde está a cidadania, onde está a Casa do Povo” perguntou
Hoje eu não sou um cidadão sou um convidado, até 2010 não sou um cidadão confiável, eu sou um barderneiro porque eu tenho que mostrar minha identidade, onde está a cidadania, onde está a casa do povo. porque na portaria tenho que me identificar, tirar a carteira de identidade e me identificar.
Ao final da sua fala, virou as costas e foi embora, deixando os vereadores que ele citou, bastantes irados.






