Informações não confirmadas oficialmente dão conta que Marcos Machado está em liberdade – E, já existem ameaças contra o Divinews por ter divulgado as noticias – Os IP´s serão identificados

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Nunhum veículo de comunicação divulga a libertação de Marcos Machado

Juíza determina soltura de acusado de envolvimento em grilagem no Norte de MG Preso na Operação Grilo, da Polícia Federal (PF), o ex-prefeito de Janúba e ex-diretor do Iter, Ivonei Abade Brito (PSDB), deixou a prisão nesta quinta-feira

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Publicação: 29/09/2011 14:57 Atualização: 29/09/2011 16:15

O ex-prefeito de Janaúba e ex-diretor do Instituto de Terras de Minas Gerais (Iter-MG), Ivonei Abade Brito (PSDB) – envolvido no esquema revelado na semana passada pela Operação Grilo, da Polícia Federal -, foi solto nesta quinta-feira a pedido de juíza da Comarca de São João do Paraíso, Aline Martins Stoianov de Campos. Ivonei Abade é acusado de participar do esquema de venda ilegal de terras, no norte de Minas. O alvará de soltura foi expedido nessa quarta-feira.

Na semana passada, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou o pedido de habeas corpus ao ex-diretor do Inter, após a juíza Aline Stoianov ter decretado a prisão temporária por, a princípio, cinco dias.

Segundo a assessoria de comunicação do TJMG, outros quatro presos também podem ser soltos ainda nesta quinta-feira, caso não haja pronunciamento do Ministério Público a favor da manutenção do cárcere temporário. São eles: Gilson Pereira de Freitas, Douglas Moisés Quintiliano, Breno Rodrigues Menedes e Marcos Gonçalves Machado.

Entenda o caso

A Operação Grilo revelou a participação de funcionários do Iter-MG na obtenção de documentos irregulares para garantir a posse de terras, que depois eram vendidas a mineradoras e empresas do setor agropecuário. Em uma dessas ações ilícitas, um terreno chegou a ser vendido por R$ 41 milhões.

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As investigações da PF levaram à exoneração do secretário de Estado da Regularização Fundiária, Manoel Costa (PDT), e de membros da diretoria do Instituto de Terras. Entre eles, Ivonei Abade. Ele responde pelos crimes de formação de quadrilha, falsificação de documentos públicos e particulares, falsificação ideológica, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Apreensão de veículos

Nessa quarta-feira, a Polícia Federal (PF) apreendeu um jet ski e oito carros de luxo, em Montes Claros e em Slainas, no norte do estado. Há suspeita, segundo a PF, de que os veículos possam estar relacionados com o esquema de grilagem deflagrado na região, na semana passada.
 

Cinco grileiros foram soltos

Sábado, 1 de Outubro de 2011 11:31

Cinco pessoas acusadas de envolvimento com a máfia de grilagem de terras públicas, presas no último dia 20 pela ‘Operação Grilo”, foram soltas, na noite do dia 29. Os acusados estavam no presídio de Montes Claros.

Os liberados são: Antônio Quaresma, Evandro Carvalho, Breno Rodrigues Mendes, Nerval Ferreira e Maria Nilza Barbosa, além de Ivonei Abade, que foi solto um dia antes. Conforme o Ministério Público, outros quatro continuam presos: Gilson Pereira de Freitas, Douglas Moisés Quintiliano, Marcos Gonçalves Machado e Orozino Carvalho, que foi preso no dia 28, em Belo Horizonte.

Entre os acusados de envolvimento com a máfia da grilagem, três continuam foragidos: o empresário Altemar Alves Ferreira, de Taiobeiras e o casal Ricardo Carvalho e Luciana Rocha Mendes, de Salinas, que tiveram seus pedidos de prisão expedidos no dia 29.

Todos são acusados, conforme ação civil pública, de participar de um esquema ilegal de grilagem de terras públicas ou pertencentes a pequenos posseiros, posteriormente cedidas por cifras milionárias a mineradoras interessadas em jazidas de minério de ferro recentemente encontradas na região Alto Rio Pardo. 

30/09 – 14:52
Quatro detidos na Operação Grilo deixam a prisão

Ricardo Carvalho, que teria sacado R$ 900 mil oriundos da fraude, e Altemar Ferreira, continuam soltos.

Quatro dos 12 presos na “Operação Grilo”, deflagrada no último dia 20, pela Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Estadual (MP) foram soltos, quinta-feira (29), do presídio desta cidade do Norte de Minas: Antônio Quaresma, Evandro Carvalho, Nerval Ferreira e Maria Nilza Barbosa . Outros cinco continuam presos: Gilson Pereira de Freitas, Douglas Moisés Quintiliano, Breno Rodrigues Mendes, Marcos Gonçalves Machado e Orozino Carvalho. Altermar Alves Ferreira, Ricardo Carvalho e sua mulher, Luciana Rocha Mendes, que tiveram seus pedidos de prisão expedidos, continuam foragidos.

Todos são acusados, conforme ação civil pública, de participar de um esquema ilegal de grilagem de terras públicas ou pertencentes a pequenos posseiros, posteriormente cedidas por cifras milionárias a mineradoras interessadas em jazidas na região. Na noite da última quarta-feira (28), já havia sido solto, a pedido de juíza da Comarca de São João do Paraíso, Aline Martins Stoianov de Campos, o ex-diretor do Instituto de Terras de Minas Gerais (Iter) Ivonei Abade Brito. Ele é acusado, ao lado do ex-secretário extraordinário de Regularização Fundiária Manoel Costa de encabeçar o esquema fraudulento.

Na quinta-feira, já em Belo Horizonte, Abade negou qualquer participação no esquema e, segundo ele, vinha fazendo “trabalho maravilhoso no Iter”. O ex-diretor do órgão justificou que seu trabalho estava sendo, “inclusive, no sentido de apurar as fraudes.”

Isso, segundo ele, teria gerado uma ameaça por parte de um dos acusados. Abade garante que mandou suspender a titulação de 29 terras em São João do Paraíso e outra grande quantidade em Indaiabira. “Fui no dia 18 de abril ao local para ver as fraudes. Fomos ameaçados e pedi a ajuda da polícia. Por inocência, deixei de pedir para registrar uma ocorrência, que agora seria usada em minha defesa.”

O ex-diretor do Iter também negou que seu patrimônio tenha sido elevado a partir da sua nomeação para o órgão público. “Não existe nada de errado no meu patrimônio. O que está declarado é verdadeiro. Estou é perdendo bens depois que entrei na política”, garantiu.

Estado vê repasse de terra na ilegalidade

Por meio de nota, o Governo disse que o servidor Wedson Serafim da Silva, que recebeu do Estado um imóvel no município de Santa Maria do Salto, no Vale do Jequitinhonha, conforme legitimação de posse em ato assinado no dia 22 de fevereiro, “coordena as atividades” do Programa Nacional de Crédito Fundiário, no Instituto de Terras do Estado (Iter). A nota diz ainda que o processo de legitimação ocorreu na “total legalidade”. (Hoje em Dia)


 


As ameaças ao Divinews estão sendo encaminhadas à Justiça, com os respectivos números de IP´s para que sejam identificados de qual empresa provedora de acesso a internet partiu.

 

 
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