Na terça-feira (20), a categoria decidiu manter a greve após assembléia dos servidores. A decisão contraria o Tribunal de Justiça, que já determinou o fim do movimento, por considerá-lo abusivo.
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Os servidores Abdon Geraldo Guimarães e Marilda Araújo não se alimentam desde a tarde de segunda-feira (19). Eles disseram que vão continuar a greve por tempo indeterminado. Na próxima semana acontece uma nova assembléia da categoria em Belo Horizonte.
Resolução
A Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais publicou nesta quarta-feira (21) uma resolução que convoca todos os professores designados, também chamados de temporários, a voltarem às aulas de aula. Segundo a assessoria de Comunicação da secretaria, se esses professores não voltarem a lecionar até sexta-feira (23), o órgão começará a demiti-los a partir da próxima segunda-feira (26).
Situação na região
No Sul de Minas, 37 escolas permanecem paralisadas parcial ou totalmente. Esse número corresponde a 9,5% das 388 escolas da rede pública estadual da região.
Os professores querem piso salarial de R$ 1.597 para 24 horas semanais e a manutenção das garantias adquiridas. O governo de Minas propôs duas formas de remuneração para uma jornada de 24 horas semanais: o modelo antigo, de vencimento básico e gratificações, a partir de R$ 935 e a outra é o subsídio, que seria um salário de pelo menos R$ 1.320.
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