O apavorante edifício onde está registrada a SAB – Sociedade dos Amigos da Biblioteca – Arte e Cultura, nem os piores edifícios de grandes metrópoles, como Rio de Janeiro e São Paulo, que antigamente eram chamados de “cabeça de porco” eram tão ruins. A sala que consta no registro do CNPJ da tal sociedade não existe e talvez nunca tenha existido.
Para quem se dedica a cultura, é simplesmente lamentável este estado de coisa. Existe um contrato firmado entre a SAB e a PATMOSS que data de 20 de maio de 2010, que referencia o mesmo endereço, portanto, não ha que se falar em falta de atualização do documento. É irregularidade mesmo. O cartaz colocado na porta principal, é para inglês ver, lá não existe nada, e o testemunho da funcionária da ótica comprova isto, ela só não quis confirmar através de gravação e que o seu nome fosse divulgado.
A SAB também não está registrada na Junta Comercial de Minas Gerais, está sim no Cartório de Documentos, do qual já solicitamos copias do estatuto e da ata da reunião realizada em 15 de janeiro de 2008, pelo menos, esta é a última que consta registrada no cartório.
A reunião realizada nesta data teve como objetivo mudar o estatuto, caracterizando-a como OSCIP, além de alterar sua denominação, com isto ela deixou de ser Sociedade dos Amigos da Biblioteca e passou a ser chamada de Sociedade dos Amigos da Biblioteca – Arte & Cultura.
Nos documentos do cartório costa como presidente, Inácio Vasconcelos, vice-Márcio Guimarães; Diretor Financeiro Contábil, Cláudio Manoel Pereira Salomé, tendo como vice, Carlos Antônio Lopes Correa; Diretor Administrativo, Sandra Vasconcelos Lara, vice, Elizeu Ferreira.
O conselho é composto por Manoel Amaral, Maria Cecília Guimarães Santos, Maria Cândida Guimarães Aguiar, Rui Campos Tavares, Aulos Mourão e Enia Azevedo Freitas.
Na ata da reunião realizada nesta data constam a presença de 27 pessoas.
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