Na natureza sábia e coerente, um besouro se especializou em viver e sobreviver do estrume de animais maiores, bem acima de sua posição na cadeia alimentar, normalmente ruminante que após digerirem seu alimento excretam a tão preciosa fonte de nutrição garantidora da sobrevida do inseto.
Na politicagem não é diferente.
Muitos sobrevivem dos “dejetos”, dos favores de outros, quando estes por si não tem competência nem condições de garantir sua própria subsistência, criando uma relação simbiótica onde ambos ganham com o processo.
Ganha o “ruminante” não apenas por afiançar seus excrementos na garantia de sobrevivência de alguns insetos e parasitas, mas, principalmente por acrescer sua arrogância e vaidade na crença de que suas contribuições modificarão a sociedade, ou pelo menos o mundo de seus muitos dependentes. Suficiente para nutrir sua autoestima e petulância crença de sua vã importância e valor politico. Pobre criatura de abate!
Ganha também o “besouro”, por além da necessidade explicita de manter a fonte disponível de excremento enchendo-a de mimos, afagos e limpando sua sujeira, aufere insensibilidades, mesmo com sua autoestima em constante decadência, com menor de vaidade se comparado a seu “salvador”, mas ainda assim não se importando com sua situação, sempre fétida e repugnante para tantos incomodados pelas circunstancia dessa relação, porem feliz, garantindo assim sua sobrevivência e pouco se incomodando com as opiniões, reações e situação ao seu redor. Seu tempo é corto.
Uma lição de vida.
“Só existe bajulador, o subserviente, em função da soberba dos imprudentes e inseguros bajuladores”





