Do aeroporto, o embaixador seguirá para a da sede do Mundi (Movimento Negro Unificado de Divinópolis) localizado na Praça da Estação, onde será recebido por membros do movimento. O próximo ponto a ser visitado serão os shoppings de confecção localizados na região da Rodoviária de Divinópolis.Continua depois da publicidade
Às 20h, terá início a solenidade oficial de apresentação de Moçambique às autoridades dos municípios e troca de presentes entre seus representantes. Antes desta solenidade, Ternos de Moçambique de Divinópolis realizarão uma apresentação cultural.
Apesar de o embaixador chegar no período da tarde, às 10h, empresários interessados em estreitarem relações comerciais com Moçambique poderão se reunir, na sede da Fiemg – Regional Centro Oeste, com a Câmara de Comércio Brasil – Moçambique. Devido a este encontro, diretores da Câmara de Comércio de Moçambique já estão na cidade.
A visita do embaixador tem por objetivo criar uma cooperação permanente entre esse país africano e o Brasil. Em Divinópolis, há interesse especial nas áreas de fundição, siderurgia, tecnológica, móveis, vestuário, gêneros alimentícios, como carne suína e de frango. Alguns negócios já estão em fase bem adiantada de negociação.
Na sexta-feira, o embaixador de Moçambique no Brasil, Murade Murargy, cumprirá outra agenda na cidade e está prevista uma visita na cidade-amiga de Carmo do Cajuru para 14h.
Release Prefeitura de Divinópolis
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Sobre Moçambique
Está listado como um dos países mais pobre da África. É o 8º no ranking está à frente apenas do Chade, Mali, Burkina Fasso, Etiópia, Niger, Guiné e Serra Leoa. No IDH – Indice de Desenvolvimento Humano fica em 7º lugar – 80% do seu territorio é destina a agricultura de subsistência.
Indice de Pobreza:
- Chade – 56.9%
- Mali – 56.4%
- Burkina Fasso – 55.8%
- Etiópia – 54.9%
- Níger – 54.7%
- Guiné – 52.3%
- Serra Leoa – 51.7%
- Moçambique – 50.6%
- Benin – 47.6%
- Guiné-Bissau – 44.8%
- Central Africano República – 43.6%
- Senegal – 42.9%
- Timor-Leste – 41.8%
- Zâmbia – 41.8%
- Gâmbia – 40.9%
- Bangladesh – 40.5%
- Papua Nova Guiné – 40.3%
- Zimbábue – 40.3%
- Angola – 40.3%
- Costa do Marfim – 40.3%
Índice de Desenvolvimento Humano:
- Serra Leoa – 0.336
- Burkina Fasso – 0.370
- Níger – 0.374
- Guiné-Bissau – 0.374
- Mali – 0.380
- Central Africano República – 0.384
- Moçambique – 0.384
- Chade – 0.388
- Etiópia – 0.406
- Congo (República Democrática do) – 0.411
- Burundi – 0.413
- Costa do Marfim – 0.432
- Zâmbia – 0.434
- Benin – 0.437
- Malawi – 0.437
- Angola – 0.446
- Ruanda – 0.452
- Guiné – 0.456
- Tanzânia (República Unida da) – 0.467
- Nigeria – 0.470
Moçambique é um país na costa oriental da África Austral, limitado a norte pela Tanzânia, a noroeste pelo Malawi e Zâmbia, a oeste pelo Zimbabwe e a leste pelo Canal de Moçambique e Oceano Índico, a sul e sudoeste pela África do Sul e Suazilândia. No Canal de Moçambique, tem vários vizinhos, as Comores, Madagáscar, a coletividade departamental francesa de Mayotte, o departamento francês da Reunião, e as ilhas Juan de Nova, Bassas da Índia e Ilha Europa do distrito Ilhas Esparsas das Terras Austrais e Antárticas Francesas.
Moçambique tem uma população de 20.579.265 de acordo com o censo de 2007 [5], o que representa um aumento de 27,8% em relação aos 16.099.246 enumerados no censo de 1997. Ainda segundo o censo de 2007, a população urbana totalizava 6.282.632, equivalendo a 30% do total; e a taxa de masculinidade era de 92,7 como resultado de um total de 9.897.116 homens e 10.682.149 mulheres.
Antes da independência (1975), a população total de Moçambique passou de 6 603 651, em 1960, para 8 168 933, em 1970.
Em 1960, a população branca era de 97 268 pessoas. Em 1975 viviam em Moçambique cerca de 200 mil portugueses, na sua maioria ligados funcionalismo público, empresas portuguesas e internacionais, mas também à agricultura e pequeno comércio. A comunidade indiana, em 1975, ligada ao comércio calcula-se que fossem entre 20 e 30 000 habitantes.
Por alturas da independência existia uma pequena comunidade chinesa de cerca de 4 000 pessoas, concentrada em Maputo e na Beira, dedicando-se sobretudo ao pequeno comércio. Os negros constituíam cerca de 98% da população. Os mestiços seriam cerca de 0,5% do total.
Economia
Cerca de 45% do território moçambicano tem potencial para agricultura, porém 80% dela é de subsistência. Há extração de madeira das florestas nativas. A reconstrução da economia (após o fim da guerra civil em 1992, e das enchentes de 2000) foi dificultada pela existência de minas terrestres não desativadas. O Produto interno bruto de Moçambique foi de US$ 3,6 bilhões em 2001. O país é membro da União Africana.
Clima
O clima do país é húmido e tropical com estações secas de Junho à Setembro. As temperaturas médias em Maputo variam entre os 13-24 °C em Julho a 22-31 °C em Fevereiro. O clima é tropical, influenciado pelo regime de monções do Índico e pela corrente quente do canal de Moçambique.
Podem distinguir-se três zonas em todo o território:
- Norte e Centro: tropical húmido, tipo monçónico, com uma estação seca de quatro a seis meses.
- Sul: Tropical seco, com uma estação seca de seis a nove meses.
- Montanhas: clima tropical de altitude
A estação das chuvas ocorre entre Outubro e Abril. A precipitação média nas montanhas ultrapassa os 2000 mm. A humidade relativa é elevada situando-se entre 70 a 80%, embora os valores diários cheguem a oscilar entre 10 e 90%. As temperaturas médias variam entre 20 °C no Sul e 26 °C no norte, sendo os valores mais elevados durante a época das chuvas.
Fonte Wikipedia
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Corrupção
Segundo o site “Voz da Rússia” a corrupção em Moçambique tem diminuído nos últimos anos, e é um dos países que tem registrado um considerável nível de desenvolvimento, nos negócios, comparado com outros países pobres da África.
O site fala sobre as dificuldades que a classe empresarial tem no país, mas é relatado que a burocracia e a corrupção está melhorando nas pequenas e micros empresas
A matéria do site sobre Moçambique diz ainda que a implementação da Estratégia Anti-Corrupção, aprovada pelo Governo em 2006, tem sido implementada, embora com algumas dificuldades. O controle da corrupção exige a colaboração e o diálogo entre o Executivo, o setor privado e a sociedade civil, com ações complementares e uma monitoria conjunta.
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