Para o secretário adjunto de saúde, o investimento de cerca de R$ 200 milhões por ano, tinha que ser nas farmácias municipais e não nas farmácias privadas, e que isto é uma aberração contra o SUS.
Segundo Gilmar, se já existem as farmácias municipais, porque criar farmácias populares fazendo parceria com a iniciativa privada. A seguir explicou como funciona o procedimento de compra de medicamentos pelo Governo Estadual e Federal.
O Governo Estadual não envia recursos para os municípios e sim os remédios comprados em laboratórios que ele (governo) tem parcerias de convênios, independentemente de terem sidos pedidos pelos municípios.
Já o Governo Federal envia recursos rubricados para a compra de determinados medicamentos especificados. “Só pode ser comprado aquele remédio”, reforça o secretário.
Como muitas vezes o município já recebeu o remédio do Governo Estadual, o recurso enviado pelo Governo Federal, destinado à compra do mesmo remédio, fica depositado na Caixa Econômica Federal, rendendo juros. Com isto, Divinópolis tem hoje parado na CEF, cerca de R$ 2 milhões de reais. Ele diz que vai a Brasília tentar resolver este problema, esta “amarra Federal”





