O estádio demonstrou hoje no jogo com o Atlético, ser uma “panela de pressão”, e qualquer situação que fuja à normalidade poderá gerar alto risco para os torcedores, por não existir áreas de saída de emergência entre as várias fileiras das arquibancadas, os torcedores ficam uns sobre os outros no módulo especial.
Isto sem levar em consideração que existem apenas dois locais, os mesmos, como entrada e saída do módulo especial. Com jogos como o que ocorreu neste domingo (20) com o Galo, é um risco que as autoridades tenham liberado a capacidade máxima do estádio.
Há poucos dias antes do jogo com o Atlético Mineiro, o Ministério Público de Minas Gerais, diminuiu a lotação de cinco estádios em 50%, entre eles estava o “Farião”, com isto foram colocados à venda somente 2100 ingressos, posteriormente a Justiça voltou atrás e liberou a capacidade máxima do estádio em 4.080, após pedido do presidente do Guarani, Edilson de Oliveira.
Através de imagens, sem precisar ser especialista em segurança, nota-se que a liberação da capacidade máxima foi um equivoco do Ministério Público. As imagens demonstram o eminente risco de tragédia.
Hoje muitos torcedores reclamaram bastante, pela dificuldade em sair de seus lugares para beber água ou simplesmente irem ao banqueiro. As pessoas se esbarravam, criando até certo constrangimento ao tentarem se locomoverem para suprir suas necessidades, depois de horas sentados, já que os portões foram abertos as 14 horas e o jogo principal terminou por volta das 18 horas, ou seja quatro horas após.
Um senhor chegou a se exaltar na porta principal do Farião, pois queria beber água e diante da dificuldade interna de chegar até onde tinha água para vender, queria sair do estádio para comprar do lado de fora e os controladores da Federação Mineira de Futebol não o deixaram sair. (CLIQUE AQUI e veja vídeo do seu protesto postado no youtube)
![]() |







