O estádio Waldemar Teixeira de Faria, equivocadamente chamado de FARIÃO, tem uma capacidade mínima de 4.161 pessoas, mas segundo informações não oficiais, este número em dias de clássicos, quando o Guarani enfrenta o Atlético ou o Cruzeiro, este número é ultrapassado tranquilamente.
Um dos módulos de arquibancada tem a capacidade de 2.006 torcedores e o outro 2.165, chamado de módulo 2, foi inaugurado no distante ano de 2002, durante a administração de Galileu Machado e 12 anos depois nenhuma outra melhoria foi realizada. Nem pelo ex-prefeito Demetrius Arantes (PT), tão pouco pelo atual Vladimir Azevedo (PSDB). Somente como registro do quão é pequeno o estádio, existem 10 míseras vagas para pessoas portadores de necessidades especiais.
Não temos condições de analisar o estado do gramado, por total falta de conhecimento técnico, como está o seu sistema de drenagem, que será de suma importância, já que as chuvas começaram.
As instalações físicas são uma lástima, olhando de longe ou mesmo de perto, o estádio lembra um FAVELÃO, ou aquelas moradias de grande cidades chamadas de “cabeça de porto” (vejam o significado no Google) .
Neste sábado (13), o Divinews esteve no estádio e pode comprovar durante o treino, a animação dos jogadores e dos dirigentes, que todo os anos tem um exíguo tempo para preparar o time. E tão logo termina o Campeonato Mineiro os jogadores são dispensado, por total falta de apoio.
No passado por ocasião da inauguração da Arena do Calçado, ocorreu uma polêmica envolvendo o município de Nova Serrana com seu moderno estádio com capacidade para cerca de 20 mil pessoas. A crítica era que NS possuía estádio, mas não tinha hospital, adotava o sistema de ambulancioterapia. Contudo, passados quatro anos do início da construção do Hospital Público em Divinópolis, que foi prometido ser entregue no final de 2012, Divinópolis não tem nenhum dos dois, nem estádio, tão pouco hospital.






