Na tarde desta quinta-feira (20), por volta das 14 horas, a situação na porta do pronto-socorro era caótica. Como diria Boris Casoy, “isto é uma vergonha” de sujeira.
Quem varre a área externa do pronto-socorro não é um servidor público. Para amenizar um pouco a situação, é um vendedor de balas, com um carrinho, que gratuitamente faz este favor para o município. E, de vez em quanto, passa uma vassoura no local.
Encontramos três bueiros sem tampas, com enorme perigo de acidentes para as pessoas que circulam por aquele local.
São lixeiras sujas, que não são limpas faz muito tempo, ou que talvez nunca tenham sido limpas. Vidro de uma janela quebrado, pelo jeito, faz algum tempo que foi quebrado, tão simples de trocar, mas não foi.
Em dois locais, água escorrendo de dentro do pronto-socorro e em um outro local, sinais evidentes de que o vazamento é esgoto.
Um banco de espera quebrado e outro retirado, com a possibilidade dos ususários que estão aguardando se ferirem.
A falta é de uma simples manutenção, de noções mínimas de higiene de quem administra aquele local, sem demandar nenhum gasto para o município. É uma questão de ver e enxergar as necessidades básicas de uma gestão.
O espaço está aberto para que o administrador do pronto-socorro conteste todas as imagens e explique à população porque coisas tão básicas não são corrigidas.
É este, por exemplo, um dos “varejinho de gestão” que atrapalha a administração e a imagem do prefeito Vladimir Azevedo. A Reforma Administrativa tem que passar prioritariamente pela saúde. É fato.
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