No desenvolvimento do corpo da matéria, a jornalista afirma que se o posicionamento da justiça for mantido, causaria um fato inédito na cidade, em uma conta envolvendo os familiares dos funcionários, poderia alcançar 600 pessoas.
O Jornal Agora na ultima sexta-feira (17) afirma ter ouvido diversos líderes de entidades patronais e autoridades políticas, entre os quais Afonso Gonzaga, presidente da FIEMG, Carlos Moacir, Presidente da ACID, o deputado federal, Domingos Sávio e o prefeito Vladimir Azevedo, que teria dito “o fechamento da empresa em nada ajudaria o problema, mas prejudicaria a muitos”.
O promotor, Sérgio Gildin teria afirmado ao jornal Agora, que particularmente é contra o fechamento parcial ou total da empresa, disse: “Não beneficia ninguém e atrapalha quem tem dinheiro a receber. A empresa fechada causará um transtorno muito grande, com a dispensa de mais de uma centena de funcionários, e, aí sim, seria o caos e isto pode ser evitado.”
A matéria continua dizendo que o administrador judicial nomeado pela justiça, o advogado Luiz Caros Araujo Filho, teria dito a reportagem que inicialmente era favorável ao fechamento da empresa por um prazo de 10 dias, até a volta do juiz da 1ª Vara Cível Dr. João Martiniano , que decretou a falência. Mas, alertado para o problema social que seria gerado voltou atrás e, amanhã (segunda-feira 20), irá pedir ao juiz substituto, Dr. Fernando Fulgênio que a loja pirnicpal seja reaberta para que nem funcionários nem parceiros tenham prejuízo. Para o interventor, a melhor medida agora é um pouco de paciência, pois acredita que a justiça não negará seu pedido em razão do clamor social.
O administrador finalizou sua fala ao jornal “Não vejo necessidade dessa alternativa, já que, funcionando, a empresa evitara problemas com os inquilinos e dará tranqüilidade a todos direta ou indiretamente ligados à Adimóveis”, declarou
O Jornal Agora conclui a matéria, explicando que o acórdão ainda não foi publicado pelo TJMG e que os advogados da empresa estavam esperando tal divulgação para entrarem com recursos, mas o Tribunal acabou se manifestando via oficio diretamente à Justiça de Divinópolis, notificando que o caso voltava à sua alçada e por isso o alvoroço foi criado, pela surpresa do fato.
Os advogados da empresa estudavam impetrar um mandato de segurança para que o fechamento não ocorresse, pois temiam pelo desemprego dos 150 funcionários. Mas com a notícia de que o administrador Luiz Carlos de Araujo estaria disposto a pedir o funcionamento normal da empresa ao juiz de plantão, Dr. Rodrigo, que atua em Itapecerica, a situação se acalmou.
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