A solução apresentada pelo Inep (órgão do Ministério da Educação responsável pelo Enem) não resolve o problema, segundo o despacho da Justiça. A realização de novas provas colocaria todos os candidatos que irão refazer a prova em condição de desigualdade, avalia a juíza Carla de Almeida Miranda Maia, que julgou o caso.
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Fonte:r7
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