Serra não melhorou em nada seu humor ácido e azedo da disputa. Nem bem saiu da campanha, nem assimilou direito a derrota, lá estava ele na França fazendo futrica. Então ele disse que, o país esta fechado para o exterior porque passa por um processo claro de desindustrialização. Criticou ainda os investimentos do governo federal e a alta carga tributária do país.
Na sua saraivada de criticas, disse ainda que Lula é um governo populista de direita na área econômica e que exerce um populismo cambial e não tem modelo econômico definido.
Magoado até o último fio de cabe, disse que não pôde expor essas idéias do jeito que gostaria durante a campanha eleitoral, na qual foi derrotado pela candidata governista, Dilma Rousseff (PT). – “A democracia não é apenas ganhar as eleições, é governar democraticamente”, disse.
O sistema de orçamento participativo, uma das marcas das administrações municipais do PT, na qual o contribuinte decide sobre a destinação de parte dos impostos, também foi criticado pelo candidato derrotado.
Serra também comentou as ações brasileiras na política externa. Ele acusou o país de se “unir a ditaduras como o Irã”.
Um membro da Fundação Zapata, do México, já de “saco cheio” da ladainha de críticas de Serra, foi interrompido com o grito “por que não te calas?”, o desabafo do mexicano criou um alvoroço no recinto
Esta frase ficou conhecida depois que o rei Juan Carlos da Espanha, falou para o presidente da Venezuela, Hugo Chaves, durante a Cúpula do Chile, em 2008.
A frase é similar ao nosso popular “CALA BOCA GALVÃO”, que ficou famosa durante a última copa do mundo.





