Keila, esposa de Luis Felipe Gonçalves (Felipinho), apontado como quem puxou o gatilho da arma que tirou a vida do empresário, indica que o mesmo pode não ser o assassino.
A ex comerciária informou que no dia da morte do empresário Dinho Mourão, seu marido havia assinado o livro de registro da APAC,onde é obrigado a comparecer devido a pena em regime aberto por ocorrência relacionada ao uso de drogas. Este fato teria acontecido por volta das 18 horas do dia 12 de agosto, e após o mesmo, Luis Felipe, ou Felipinho como é conhecido, teria se deslocado para a loja onde Keila trabalhava, comparecendo no local por volta de 19 horas e de lá, ambos seguiram juntos, a pé para sua casa, próxima a Boate Babilônia.
A presença de Felipinho às 19 horas neste estabelecimento comercial é comprovada por relato de testemunhas que não foram ouvidas na delegacia e o fato é de extrema relevância devido a morte de o empresário ter ocorrido por volta de 19 horas e 15 minutos. Ou seja, Felipe não teria como estar ou se locomover entre dois locais distantes um do outro em um prazo tão curto de tempo.
É o segundo fato estranho em torno do apontado como executor do empresário Dinho Mourão. Anteriormente, antes de ser acusado de ser o assassino, Felipe era apontado como a pessoa que deu fuga ao executor, porém, o mesmo não sabe dirigir carro ou moto, o que impossibilita a veracidade de tal versão.
Amanhã no programa Bom Dia Divinópolis na Rádio Minas, Sílvio França promete levar ao ar novas informações sobre o caso que deverão provocar grande repercussão. O programa começa às 7 horas da manhã e pode ser ouvido na sintonia 1140 AM e 99.3 FM.
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