O empresário Michele Aiello – condenado em por segunda instância a 15 anos de prisão por associação com a máfia, corrupção e fraude – era um dos homens mais ricos do pais da Sicília, com investimentos especialmente nos setores imobiliário e da saúde.
Aiello, 56 anos, também estaria vinculado ao grupo que dirige a máfia, o do antigo chefe da Cosa Nostra, Bernardo Provenzano. Ele teria se beneficiado de “um monopólio graças ao apoio dos chefes da organização criminosa, que também investiram grandes quantias de dinheiro nas múltiplas atividades do empresário”, informa um comunicado oficial.
Entre os bens embargados estão nas contas bancárias que chegam a R$ 565 milhões (250 milhões de euros), um centro de oncologia em Palermo, das seis empresas no setor de saúde, oito empresas no setor imobiliário, assim como dezenas de lotes, apartamentos e veículos.





