Ao ouvir as denúncias de Itamar de Oliveira, o Divinews, a bem da população e no dever cívico de auxiliar a administração municipal, entendendo que os cidadãos e as empresas também têm responsabilidade, cria uma nova série “APAGUE A FAGULHA ANTES QUE VIRE INCÊNDIO”. Todavia, se resolverem não a consultoria cívica, entraremos então com a outra série “NÃO DEVIA DEIXAR CHEGAR AONDE CHEGOU”.
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A denúncia de Itamar Oliveira começou no site Divipress, de sua propriedade, no dia 20 de junho. Ele demonstrava sua insatisfação do que ocorre na Secretaria de Obras Públicas de Divinópolis.
O que ele chamou de ABC da Corrupção ( veja o texto a seguir )
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O ABC da Corrupção
Quando o amigo leitor avistar entusiastas cabalando votos pela extensão da cidade, grave a fisionomia deles. Estarão afinando o esquema que poderá torná-los figuras de peso na administração pública amanhã. E aí então vale tudo. O objetivo final é ganhar lugar de destaque no contexto do poder, viabilizando-lhes a chegada à plataforma dos saltos maiores. Por esse motivo estamos esclarecendo através dessa matéria o funcionamento dos esquemas, de modo especial nas secretarias onde as verbas fluem melhor. A Semsur – Secretaria Municipal de Obras Públicas é uma delas. Sobretudo na área de calçamentos, onde o atual titular da sessão, Simonides Quadros (PSDB) se esmera para eleger-se vereador nas eleições de 2012, dando preferência por pavimentar uma área já sobejamente contemplada, (Belvedere) por considerá-la seu curral eleitoral, enquanto que bairros periféricos (Nova Fortaleza, por exemplo) ficam à deriva à espera de um apadrinhamento. Mal humorado e antipático, é de pouco diálogo com os adversários, mas de uma dedicação canina ao prefeito Vladimir Azevedo, de quem fora assessor parlamentar nos tempos que este último era vereador. A força extra é que garante a sua rebeldia em relação ao Secretário Adilson Quadros, de quem não recebe ordens e nem respeita-lhe a posição hierárquica. Mas quer ser respeitado. Vamos aos fatos: Continua depois da publicidade A – Simonides Quadros tem seus empreiteiros preferenciais. Para eles são canalizados os serviços eleitos por sua vontade política. Ruas e quarteirões precisam do seu crivo para serem liberados. Os pequenos empreiteiros não têm vez. Ficam impedidos de trabalhar em parceria com a Administração Pública. O detalhamento a seguir mostra as exclusões. B – De um modo geral (nessas e noutras administrações) os encarregados do setor fazem política partidária ou se locupletam no cargo. O que manda não são as carências das regiões, mas quantos votos podem conseguir. Não há termos de comparação entre Belvedere e Nova Fortaleza, por exemplo. Mas os votos do Belvedere são mais fartos. C – Os métodos para pressionar os adversários (empreiteiros independentes) são tão simples quanto maliciosos. São as ruas que esperam indefinidamente pelas máquinas que irão nivelá-las; são as pedras e meios-fios que não chegam; – quando não ‘faltam’ pedras nas pedreiras, ‘faltam’ caminhões para transportá-las; são os fiscais que não aparecem. E para rechear o saco de maldades, as ruas são cortadas sem o acompanhamento dos engenheiros, (eles não são convocados) o que as retiram dos padrões técnicos, e somente podem ser reparadas por volumes maiores de pó de minério. E esse material corre por conta dos empreiteiros, o que diminui em perto de 25% os ganhos destes, segundo o engenheiro João Luiz (Pancho) de Oliveira. D – Impedir um número maior de frentes de obras tem o claro objetivo de evitar a expansão do empreiteiro independente (isto não ocorre no Belvedere, onde o material e as liberações são fartas) o que provoca reclamações dos moradores ávidos por ver calçadas suas ruas. Eles não sabem que o processo faz parte de uma lógica cruel, onde o que manda é o apetite por votos e a satisfação partidária. E – A política interiorana prevê que os vereadores eleitos distribuam os investimentos sociais em suas bases de apoio. Os opositores ficam se nada, como é compreensível. Em seguida esses prestadores de serviços celebram contrato com os moradores, o que retira totalmente do controle do Adjunto esse tipo de ingerência. Ele nada pode fazer, caso contrário esses contratos seriam executados judicialmente e um problema de consequências imprevisíveis seria criado. Imagine-se os moradores sem calçamento e ainda por cima levados às barras dos tribunais. |
Itamar, ameaçou uma segunda parte. Como não levaram a sério sua ameaça, nesta quinta-feira (06) ele oficializou sua denuncia diretamente na Câmara Municipal, com direito a audiências com o presidente da Casa Legislativa e conversas com vários vereadores, principalmente os de oposição, que acharam um lindo e decorado “prato”.
O Blog do jornalista Jotha Lee, assessora da vereadora Heloisa Cerri, noticiou em primeira mão e o Divinews reproduziu a sequencia da denúncia, veja a seguir:
| Jornalista e editorialista do Jornal Agora, ora empreiteiro, Itamar de Oliveira, denuncia esquema de desvio de pedras poliédricas na Prefeitura de Divinópolis
A denuncia foi formalizada com a entrega de uma correspondência assinada pelo próprio empreiteiro, solicitando que o Poder Legislativo tome as devidas providências – O presidente da Câmara, Edmar Rodrigues, constituiu então uma Comissão Especial para investigar este grave episódio O jornalista Itamar de Oliveira, ao dar uma quinada em sua vida profissional, montou uma pequena empreiteira, especializada em calçamentos de ruas – Não estava em seus planos que o seu novo negócio fosse tão difícil e concorrido como a arte da sua escrita em produzir notícias e comercializar publicidade na iniciativa privada e com o governo municipal, e logo de inicio, sentiu trombou com a resistência de Simonides Quadro travando o seu novo negócio. No dia 20 de junho de 2010, o Divinews em uma matéria-buxixo relatou a insatisfação do jornalista-empreiteiro, com a manchete: Buxixo confirmado – Editorial do Jornal Agora revelava nas entrelinhas insatisfação do editorialista – No seu site ele detona: “O ABC DA CORRUPÇÃO” na SEMSUR Clique aqui e leia noticia veiculada na época Hoje (05/08), segundo o blog do jornalista Jotha Lee, assessor da vereador Heloisa Cerri, é relatada a seguinte história: Há cerca de três meses, para garantir a maioria na Câmara, o prefeito Vladimir Azevedo (PSDB) reuniu 11 vereadores, aos quais foram “dadas” 60 duas da cidade que deveriam receber calçamento poliédrico. Os vereadores Edson Sousa (PDT) e Heloisa Cerri (PV), não foram convidados para o encontro e Fabiano Tolentino (PRTB) recusou o mimo oferecido pelo prefeito. As ruas a receberem o calçamento deveriam ser indicadas pelos vereadores, que apareceriam como os “padrinhos” das obras, ficando com o ônus político. O calçamento das referidas ruas vem sendo tocado desde então, com o município arcando com 50% dos custos e os outros 50% pagos pelos moradores, que já pagam IPTU exatamente para receber este tipo de benefício. O jornalista Itamar de Oliveira, editorialista do Jornal Agora e editor do Jornal Pinga Fogo, foi um dos empreiteiros responsáveis pelo calçamento. Nesta quinta-feira (5) o jornalista protocolou um ofício endereçado ao presidente da Câmara, vereador Edmar Rodrigues (PRTB), denunciando que as pedras poliédricas destinadas aos calçamentos estão sendo desviadas pela própria Prefeitura. No ofício, Itamar de Oliveira pediu ao Legislativo que investigue o caso. Ao final da sessão, o presidente da Câmara nomeou uma Comissão Especial para apurar o caso. Foram nomeados os vereadores Heloisa Cerri (PV), Roberto Bento (PT do B) e Beto Machado (PSDB). Em conversa com a vereadora Heloisa Cerri, Itamar de Oliveira afirmou que não se trata apenas de desvio. “É roubo mesmo”. Itamar entende que uma Comissão Especial não é suficiente para investigar o caso, sendo necessária uma CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito. Itamar já pediu à vereadora Heloisa Cerri para solicitar a instauração da CPI. A vereadora ainda não vai se pronunciar a respeito do assunto. Ela disse que é necessário tomar conhecimento dos fatos para que seja iniciada a adoção de medidas efetivas.
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Hoje, sexta-feira (06), Itamar de Oliveira, continuou com sua “metralhadora giratória” e gravou um vídeo com o Divinews, ao vivo e a cores reafirmou sua denuncia, dizendo que:
Isto gerou uma Nota Oficial por parte da Prefeitura, veja a seguir
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COMUNICADO OFICIAL
Tendo em vista os últimos fatos divulgados pela imprensa, decorrentes de manifestação na Tribuna Livre da Câmara de Divinópolis, relacionados à possíveis irregularidades nas frentes de calçamento em vias urbanas, a Prefeitura de Divinópolis esclarece que:
Um dos pilares dessa Administração Municipal é a total transparência e zelo pelos recursos públicos empregados, principalmente em obras públicas, como nesse caso, os calçamentos das vias urbanas, feitas em parceria com os moradores e vem trabalhando para que esses recursos sejam empregados de forma eficiente, como vem sendo feito até o momento.
– A Administração reconhece a autenticidade de qualquer manifestação popular dentro do processo democrático em que estamos inseridos, mas estranha o fato de que, segundo argumentos do tribuno em plenário da Câmara de Divinópolis, existem irregularidades há mais de 10 anos nesse tipo de obra e somente agora, em período eleitoral, essas denúncias foram feitas, o que, da parte da Administração Municipal, não impede a averiguação de sua suposta autencidade.
– O prefeito Vladimir Azevedo já repassou ordens expressas para que a equipe de Governo se coloque completamente à disposição da Câmara Municipal, para todas as averiguações que se fizerem necessárias. Em respeito ao Legislativo também determinou que até a total apuração da Comissão Especial da Câmara, todas as frentes de obras de calçamento das vias urbanas sejam imediatamente interrompidas.
Mais uma vez a Prefeitura de Divinópolis se coloca a disposição da Comissão Especial que foi instaurada para analisar a denúncia e ressalta ser a maior interessada em que o assunto seja plenamente analisado com o maior rigor possível.
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