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A saga de Itamar começou quando ele resolveu deixar o jornalismo, por ser um mercado difícil, sujeito às mordaças que não só a administração publica impõe aos pequenos veículos de comunicação e aos profissionais, como também muitos empresas privadas.
Não pode falar mal. Só bem, no estilo coluna social. Empresários de pouca visão e medíocres pagam para terem os seus nomes e suas atividades pessoais divulgadas, viagens, casamentos, batizados e circulação na noite divinopolitana, mas não gostam de investir profissionalmente na divulgação de suas empresas e promoverem suas marcas.
Fazendo com que a mídia, que poderia ser independente, crie profundos vínculos de dependência do poder público, quer seja municipal, estadual ou federal. E, no fim, os próprios empresários e a sociedade saem prejudicados, no popular “feitiço virando contra o feiticeiro”.
São empresários, com visão míope dos seus negócios. Pensam que eles próprios são a identidade de suas marcas, e não os são. Exceto para uma parcela ínfima do gueto onde ele transita.
Ontem na Rádio Minas, no Programa Bom Dia Divinópolis, Silvio França, o apresentador do programa recebeu o de novo jornalista e ex-empreiteiro, Itamar de Oliveira para alguns esclarecimentos a cerca da polemica denuncia das “pedrinhas” usadas para calçar as ruas.
Itamar indignado, disse que o vereador Beto Machado (PSDB) estaria tentando “jogar” os calceteiros (profissionais que colocam as pedras poliédricas nas vias públicas), contra ele. Afirmou que o vereador não vai conseguir no seu intento.
Criticou o estilo de governar do PSDB, afirmando que são fechados em uma bolha e não pode haver expressão de idéias, além de ter citado o deputado Domingos Sávio, acusando-o de tentar lhe tirar a festa da cerveja há alguns anos atrás, quando o deputado foi prefeito de Divinópolis (1996-2000). “Eu não sou chegado a tucano” afirmou.
Quanto a Comissão Especial instalada pela Câmara dos Vereadores, disse não ter expectativa de que de em nada, isto porque o presidente da Comissão é o vereador líder do governo, Beto Machado, e que nesta altura do campeonato, já estão todos na gaveta.
Quando perguntado se o seu desejo seria a instalação de uma CPI, o denunciante, afirmou que “as denúncias estão feitas, eu não quero CPI é o que cabe para os vereadores”
Continuou afirmando que a reunião ocorrida na tarde de ontem entre o prefeito Vladimir Azevedo e os calceteiros, deve-se a sua atuação. Reforçou que o que ele está afirmando boa parte das pessoas envolvidas já sabe.
Quanto a Beto Machado, disparou “Ser líder não é ser lacaio – Não vou comparecer a nenhuma Comissão com o líder do prefeito à frente”.
Finalizando seu desabafo, disse que quer deixar de ser um jornalista e que renunciou ao valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para falar bem do governo. Era um papel tão ridículo que sentia vergonha.
agravou assim…
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Pegou fogo assim
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