As câmaras setoriais tinham como objetivos apoiarem e fomentarem as ações de desenvolvimento dos seus setores específicos, como exemplo, Câmara da Construção, a Câmara Moveleira, de Petróleo e Gás e a Câmara da Moda.
O questionamento feito, é de uma decisão unilateral do presidente eleito, recém empossado, Olavo Machado. O setor foi pego de surpresa com a extinção dos conselhos e da câmaras.
Afonso Gonzaga, presidente da Fiemg Regional Centro-Oeste, ao ser contatado pelo Divinews, para explicar sobre tal situação. Esclareceu que, não houve extinção de nada. “A verdade desses boatos, é que a Fundação Getulio Vargas – FGV, foi contratada e está fazendo um estudo – E, este assunto será discutido na próxima reunião do Projeto Dirigente, que deve ocorrer do dia 2 a 5 de
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setembro. Nesta oportunidade todos os presidentes dos sindicatos filiados a FIEMG vão poder se manifestar diante do resultado da consultoria da FGV” finalizou Afonso Gonzaga.
Olavo Machado Junior, atual presidente da Federação das Industrias de Minas Gerais – FIEMG, tomou posse no dia 25 de maio, em substituição a Robson Andrade, que assumiu a presidência da Confederação Nacional da Industria – CNI
O questionamento que muitos fazem, é se esta decisão administrativa, de extinguir os conselhos e as câmaras, partiu de uma estratégia da gestão de Olavo Machado ou se houve previamente um acordo dele com Robson Andrade na tomada desta decisão. Haja vista que Olavo foi candidato único, com todas as bênçãos de Robson.


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