O repórter do Jornal Estado de Minas, se apresenta ao funcionário do posto como se fosse um assessor parlamentar a procura de um posto para atender o gabinete. Os funcionários Andre e Gustavo, segundo o repórter, se apresentam como administradores do Posto Cássia e dizem que já trabalham com deputados da ALMG, e citou como exemplo o nome do deputado Antonio Genaro (PSC)
Leia o diálogo completo:
O repórter pergunta: “Quanto o deputado esta gastando por mês?”
Funcionário do posto (André): “R3,5 mil – R$ 4 mil. A média deles é essa. Tem mês que vai mais, tem mês que vai menos”
Repórter: “Pra gente vai ser por aí também. Mas a nota, como é que funciona a nota? Vai ser que valor?”
André: “ Aí você vê, se pedir uma notinha maior, a gente vai vendo ai….Às vezes precisa de uma folga lá, né? Para acertar as contas…”
Repórter: “ A gente que a mesma condição do Genaro.”
André: “É, a gente rebola um bocado, também quando o deputado está precisando de uma notinha maior, a gente tira. Não afeta muito não…”
Repórter: “Pois é, a gente quer saber, porque a média é ate R$ 5mil que pode…”
André: “Pois é, ele gasta R$ 3,5 mil, R$ 4 mil, tem mês que vai mais”
Gustavo (o outro funcionário): “Tem mês que vai menos também…”
Repórter: “Mas pra eles vocês tiram a nota com um pouco mais…”
Gustavo: “Quando eles precisam. Quando precisam eles dão o toque, a gente ai vê o que consegue. Tem lastro? Tem, então a gente vai lá e da um pouco a mais. Não tem erro. Só não posso tirar nota maior do que a minha venda do mês, então tenho que encaixar”




